PLANTIO

PLANTIO
PLANTIO
(Genaura Tormin)

Deus,
Senhor dos mares e montes,
Das flores e fontes.
Senhor da vida!
Senhor dos meus versos,
Do meu canto.

A Ti agradeço
A força para a jornada,
A emoção da semeadura,
A alegria da colheita.

Ao celeiro,
Recolho os frutos.
Renovo a fé no trabalho justo,
Na divisão do pão,
. E do amor fraterno.

quinta-feira, 26 de março de 2009

MASMORRA FRIA


MASMORRA FRIA
(Genaura Tormin)

Abri hoje a caixa
Do meu passado!
Muitas lembranças,
Imagens guardadas,
Perpetuadas em fotografias
Já amareladas,
Envelhecidas.
Um caminho de volta!
História de uma vida!

Um filme que se rebobina
Na mente conturbada,
Rodeada de fantasmas.
São restos de alegrias
Enclausurados em celas,
De uma masmorra fria.
Arcabouços de estrutura vazia
Que fenece no tempo.
Para renascer um dia.

4 comentários:

  1. Li cada verso... Pedaços do teu coração!!!
    E aqui deixo meus aplausos, minha admiração...
    Sempre!!!
    Beijo, Menina Maravilhosa...
    No coração!!!
    Iza

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  2. Já comentara no Planeta essa obra de valor poético inestimável, porém não poderia deixar de tecer mais elogios a uma poetisa de sua estirpe.
    Versos que enlevam a alma, enternecem os corações.
    Verdadeiras jóias a adornar as páginas literárias.
    Beijo carinhoso e sucesso contínuo.
    Marilândia

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  3. LINDO, ESSE SEU POEMA! Nunca deixe de compartilhar conosco, esse seu talento. Muito sucesso sempre.
    Um abração. Bjs!!!
    Gisélia.

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  4. LINDO, ESSE SEU POEMA! Nunca deixe de compartilhar conosco o seu talento...
    Um abração. Bjs!!!
    Giselia.

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O seu comentário significa carinho e aprovação. Fico cativada e agradeço. Volte sempre! Genaura Tormin

LEVE, LIVRE & SOLTA!


Sejam bem vindos!
Vocês alegram a minh'alma e meu coração.

Era uma luz no fim do túnel e eu não podia perder.
Era a oportunidade que me batia à porta.
Seria uma Delegada de Polícia, mesmo paraplégica!
Registrei a idéia e parti para o confronto.
Talvez o mais ousado de toda a minha vida.
Era tudo ou NADA!
(Genaura Tormin)


"Sou como a Rocha nua e crua, onde o navio bate e recua na amplidão do espaço a ermo.
Posso cair. Caio!
Mas caio de pé por cima dos meus escombros".
Embora não haja a força motora para manter-me fisicamente ereta, alicerço-me nas asas da CORAGEM, do OTIMISMO e da FÉ.

(Genaura Tormin)