QUE PENA

QUE PENA
(Genaura Tormin)
Lua matreira,
Namoradeira,
Lançando sombras,
Rendilhando o chão.
Por companhia,
Pássaros cantores,
Notívagos companheiros,
Na calada fria.
Vestido de solidão,
Bem longe da fantasia,
Está o coração,
Que palpita em agonia.
Que pena!
Foi-se a alegria.
A noite está fria!
A vida vazia!
Era uma luz no fim do túnel e eu não podia perder.
Era a oportunidade que me batia à porta.
Seria uma Delegada de Polícia, mesmo paraplégica!
Registrei a idéia e parti para o confronto.
Talvez o mais ousado de toda a minha vida.
Era tudo ou NADA!
(Genaura Tormin)
"Sou como a Rocha nua e crua, onde o navio bate e recua na amplidão do espaço a ermo.
Posso cair. Caio!
Mas caio de pé por cima dos meus escombros".
Embora não haja a força motora para manter-me fisicamente ereta, alicerço-me nas asas da CORAGEM, do OTIMISMO e da FÉ.
(Genaura Tormin)
E os teus versos, mesmo tristes
ResponderExcluir.................... Resplendem!!!
Ah, minha Querida Gê...
Felizes caminhos os que andei
Foi neles, Amada... Que senti tua
Emocionada Poesia e tua Amizade abracei!!!
Beijos...
No teu coração inteirinho Amor!!!
Iza