PLANTIO

PLANTIO
PLANTIO
(Genaura Tormin)

Deus,
Senhor dos mares e montes,
Das flores e fontes.
Senhor da vida!
Senhor dos meus versos,
Do meu canto.

A Ti agradeço
A força para a jornada,
A emoção da semeadura,
A alegria da colheita.

Ao celeiro,
Recolho os frutos.
Renovo a fé no trabalho justo,
Na divisão do pão,
. E do amor fraterno.

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terça-feira, 29 de agosto de 2017

PÁSSARO SEM ASAS CHEGOU AO FIM


PÁSSARO SEM ASAS CHEGOU AO FIM
(Genaura Tormin)


Concluída, enfim, uma história verdadeira, 
um acalanto a esse nosso altruísmo aguerrido

de seguir no front das muitas batalhas 
que nos fizeram vencedores
Eis as úlltimas palavras: 
Deponho as armas, guardo a caneta, fecho o livro!
Chegou ao fim!
Sentar-me-ei para refletir e agradecer a cada um 
dos leitores que me seguiram nessa jornada.

Valeu a pena essa minha caminhada por aqui!

E quando eu me for, nas asas do vento 
de uma tarde linda, com mistérios e cores, 
o Pássaro Sem Asas planará faceiro, 
contando um pouco dessa 
história de amor, 
desse meu jeito guerreiro, faceiro, 
valente de enfrentar desafios, 
cantar a vida e seguir sempre. 

À família,
Aos filhos e netos,
Deixarei saudades...
Presença silenciosa.
Frases inaudíveis
Ecoarão no ar.
Só, seguirei a minha estrada...
Nada levarei.
Não é necessário.

Para trás,
Um lar vazio,
Uma lembrança gasta,
Uma janela aberta...
Mas se um dia,
Sentirem a minha falta,
Juro, não é covardia,
Deixem rolar o pranto,
Espantem essa agonia.

Em nome dessa partilha,
E da felicidade
Que nos uniram um dia,
Relembrem os bons momentos.
E se eu puder,
Virei enxugar-lhes o pranto,
Num raio de sol,
Num bater de asas,
Num sopro de vento.

A você, meu marido, eis a obra concluída!
Uma ode de amor a nós dois, que soubemos fazer da 
existência uma pista de dança, 
num bailado perfeito de passos 
executados com a mente bem direcionada, cujo mestre era você, 
que sempre me dava a mão para a próxima dança.

E nesse cuidado, partiu primeiro para me apascentar o caminho, 
receber-me na chegada!

Hasta luego!

terça-feira, 3 de novembro de 2015

A VIOLINISTA DE VARSÓVIA - José Cristiano Resplande

  
A VIOLINISTA DE VARSÓVIA

Acabo de ler "A Violinista de Varsóvia", da lavra do Dr. José Cristiano Resplande, médico em Goiânia e amigo de nossa família. Após a leitura, posso dizer: um excelente e gabaritado escritor!

É um romance policial, com envolvente trama, disposta em 13 capítulos, que me prendeu desde o primeiro instante. 
Li, quase de um fôlego. 

Tudo muito bem narrado, em escorreita linguagem. Uma fluência encantadora. Situações capciosas, que nos envolvem, ouriçando a adrenalina. 
É uma viagem aos recônditos de Varsóvia, na Polônia, tendo por mote o furto de um violino stradivarius deixado pelo avô de Nathália, morto em um campo de extermínio, certamente nas câmeras de gás, e guardado por sua avó como herança para a neta, personagem principal da história. Um verdadeiro tesouro.

A trama nos faz seguir juntos numa linda viagem à procura do Stradivarius. Tudo que acontece significa muito crescimento para todos, principalmente para Nathália, uma adolescente de 17 anos. Particularmente, aprendi muito, conheci outras plagas distantes e me embrenhei em muitas aventuras investigativas. 
E aí, muitas descobertas, encontros e desencontros. E Varsóvia desnudando-se aos nossos olhos em fotos e histórias.

Além do mais, devo dizer que acresci-me com os fatos e a maneira de sua condução, uma vez tratar-se de uma trama policial, área do meu conhecimento. 

Parabéns Dr. José Cristiano!
A história alcançou o objetivo desejado: tocou o coração, trouxe muitos conhecimentos e aflorou os sentimentos.
Que venham outros livros!


LEVE, LIVRE & SOLTA!


Sejam bem vindos!
Vocês alegram a minh'alma e meu coração.

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Era uma luz no fim do túnel e eu não podia perder.
Era a oportunidade que me batia à porta.
Seria uma Delegada de Polícia, mesmo paraplégica!
Registrei a idéia e parti para o confronto.
Talvez o mais ousado de toda a minha vida.
Era tudo ou NADA!
(Genaura Tormin)



"Sou como a Rocha nua e crua, onde o navio bate e recua na amplidão do espaço a ermo.
Posso cair. Caio!
Mas caio de pé por cima dos meus escombros".
Embora não haja a força motora para manter-me fisicamente ereta, alicerço-me nas asas da CORAGEM, do OTIMISMO e da FÉ.

(Genaura Tormin)