PLANTIO

PLANTIO
PLANTIO
(Genaura Tormin)

Deus,
Senhor dos mares e montes,
Das flores e fontes.
Senhor da vida!
Senhor dos meus versos,
Do meu canto.

A Ti agradeço
A força para a jornada,
A emoção da semeadura,
A alegria da colheita.

Ao celeiro,
Recolho os frutos.
Renovo a fé no trabalho justo,
Na divisão do pão,
. E do amor fraterno.

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quarta-feira, 11 de julho de 2018

UM PAPO DESCONTRAÍDO



UM PAPO DESCONTRAÍDO
(Genaura Tormin)

Duas amigas: a Cida e a Nanda, 
sentadas para 
um “papo” descontraído. 
Do que falam, eu não sei.

São minhas crias. 
Há muito amor envolvido, muito prazer, 
chegando a ser terapia... como gosto de dizer. 

São os meus poemas de panos, versos que só agora 
aprendi a fazê-los para suprir lacunas, 
espantar a solidão, 
a saudade do marido que partiu para a 
outra dimensão da vida 
 e fabricar felicidade.

sábado, 7 de julho de 2018

AMIGA-ALMA


Eu fiz aniversário! 
Mais um ano para trilhar, crescer, evoluir neste cadinho que chamamos de vida.
Entre as muitas mensagens que me fizeram contente, afagando o meu espírito e enchendo o meu coração de alegria, um poema de uma amiga, companheira das lides literárias, no eito da poesia, calou-me fundo na alma. Fiquei enternecida. Penso que nem mereço. Compartilho agora com os leitores do meu blog.

AMIGA-ALMA!  
(Martha Moro da Rocha)

Tens a luz do sol na alma
Trazes em si um vulcão acordado
Teu olhar, espelho do Universo
Tuas mãos a generosidade da vida
Tua voz é a serenidade inquieta.

Tua poesia é multiforme
Teu caminho são pedras amarelas
Teus amigos dádivas merecidas.
Menina Gê, te amar é encher-se de Luz...
Da tua Luz vinda de um coração infinito.

Amo tuas asas sobre rodas
Amo tua poesia
Amo tua presença
Amo tua inspiração
Amo tuas histórias
Amo tuas bonecas

Simplesmente: te amo!

domingo, 18 de dezembro de 2016

SOBRE PÁSSARO SEM ASAS



PÁSSARO SEM ASAS


Genaura, minha querida!

Acabei de ler seu “PÁSSAROS SEM ASAS”.
Continuo em estado de graça. O livro chegou-me em boa hora.
Estava desanimada, para baixo e desde que o vi, comecei a ler sem parar.
Eu chorei, eu ri, eu me emocionei, mas principalmente, eu me animei.

Vivo a cada minuto e a cada passo lembrando você, sua luta, sua força, sua garra e sua vitória. Me policio cada vez que tenho pensamentos negativos, lembrando você como se fosse uma luz num farol mostrando o caminho para a navegação.

Eu já tinha por você um grande amor cheio de admiração. Sabia de sua luta, mas sabe-lo em detalhes, cada mínima dificuldade por você superada, deixou-me ainda mais admirada com sua força.

Sinceramente, não é para qualquer um.
E você é uma heroína. Uma grande mulher de quem tenho grande orgulho de ser amiga.

Agradeço a Deus o dia em que colocou você no meu caminho, pois é exemplo a ser passado para todos, todos os dias.

Vou passar seu livro adiante, emprestando a tanta gente que sei que encontrarão nele um alento e uma muleta para mudar a vida.

Genaura, você não é capaz de imaginar o que seu relato de vida é capaz de fazer às pessoas.

Continuo como disse, em estado de graça.

Obrigada por compartilhar comigo seu PÁSSARO SEM ASAS, que de “SEM ASAS” nada tem, pois é alado e capaz e sobrevoar sobre outras vidas  trazendo no bater das asas, a brisa que traz o perfume da compreensão, do amor, do exemplo e da superioridade de uma mente evoluída.

Parabéns querida!
E obrigada por tudo.

Marilene Mees Pretti
Taió- SC”



sábado, 22 de agosto de 2015

CHEGOU A HORA DE IR



CHEGOU A HORA DE IR
(Genaura Tormin)

Queridos colegas:


      Procurarei não ser prolixa para que os sentimentos não abram as comportas dos meus olhos, tão bem tarameladas para aqui estar

Cheguei! 


     Avalio o caminho, revejo os pés e no calendário do tempo, confiro os 70 anos de vida feliz e bem vivida, dos quais 51 anos ininterruptos de vida pública dedicada ao meu País.

     O espelho ainda me fala de sorriso, otimismo, alegria e alguma beleza. 
Isso, porque tudo que fiz foi sob o comando do amor, da qualificação, da satisfação do fazer e do respeito ético.

     E eis que chego neste final de estrada, com o sentimento de missão cumprida!

     Mochila às costas, diante de vcs, para um abraço, um agradecimento, um até logo ou um até breve.

      Chegou a hora de ir!  Não estranhem se acaso eu chorar.


      Egressa de um concurso para Analista Judiciário do TJDFT, aqui estou há 21 anos. 

      Foi um tempo de paz, de crescimento, de trabalho para que a prestação jurisdicional  chegasse em tempo célere ao jurisdicionado, em que eu me senti feliz, contente, contribuindo com a Justiça do Trabalho do meu Estado.

    Durante todos esses anos integrei-me bem às equipes, irmanando um só espírito-de-corpo, pois jamais me subjugo às subserviências em busca de protecionismo sob o álibi da cadeira de rodas que ocupo há 34 anos. 

      Ela não me posterga, pelo contrário, enobrece-me! 

Convida-me ao desafio. 

E eu gosto disso. 

     O nosso Tribunal potencializa os recursos e tecnologias assistivas visando à plena acessibilidade das pessoas com deficiência. 

Isso se chama respeito, inclusão.

      Nunca me senti diferente, discriminada.
      Acredito que não há discriminação que resista à competência.

      Não é necessário paternalismo nem diferenciação, apenas respeito às leis e à célebre frase de Rui Barbosa: “... tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais na medida em que eles se desigualam”.


Mas agora chegou a hora de ir. 

Muitas saudades levarei. 

      Lembrar-me-ei de todos os companheiros de labor, com quem aqui convivi.

Essa linda história de trabalho nesse Tribunal será um marco de saudade nas celas de minhas recordações no acalanto  dos dias.

     Mas a história ainda não acabou. Conotativamente fui formiga a vida inteira, agora vou ser cigarra: cantar a vida, bordar horizontes, irmarnar-me  às asas dos pássaros e rever prados, campinas e montes, solfejando a lira dos poemas meus. 

       Nunca me esquecerei do tempo que aqui servi como formiga e fui tão, tão feliz. 

       Esta Corte de Justiça continuará minha também. 
       Os Camaradas-formigas terão um lugarzinho cativo no meu coração.

       E agora, adeus!

domingo, 6 de julho de 2014

POR EU GOSTAR TANTO DE VOCÊ




POR EU GOSTAR TANTO DE VOCÊ
(Josefa Alteff)


Com todo carinho que eu possa ter,
Por tudo de bom que você me inspira,
Pelos nossos sorrisos! 
Pela nossa amizade!
Por eu  gostar tanto de você... 
Que nossos sorrisos nunca desapareçam,
A alegria, as gargalhadas ecoem
Eternamente!!!



Que estas flores
Possam traduzir o meu carinho
E admiração por você!
Parabéns!
Feliz aniversário!
Muitas felicidades!!!
Muita saúde!
Muita paz, amor, alegrias, 
Conquistas e realizações infinitas...... 

quinta-feira, 6 de março de 2014

FALANDO DE PÁSSAROS E DE GENTE

FALANDO DE PÁSSAROS E DE GENTE
(Ludovina Maria Braga)

Conheci a autora de Pássaro Sem Asas, Genaura Tormin, já em sua decantada cadeira de rodas. Ela trabalhava na Sexta Delegacia de Polícia de Goiânia. Eu ingressava na carreira, como Delegada de Polícia, após um longo concurso e um ano de preparação na Academia de Polícia Civil. Não vou falar desse coleguismo porque ela o faz em sua obra, contando as nossas trocas de experiências no campo da investigação policial e na missão de conciliar a profissão com as tarefas de mãe, esposa e dona de casa.

Muitas matérias foram publicadas sobre o seu livro, opiniões bonitas foram escritas a respieto, com elogios de gente que tem competência para falar do assunto. O que manifesto agora é como leitora, pra dizer da emoção que o livro transmite, do exemplo de vida claro e sem adereços, da linguagem viável, mas nem por isso menos rica de expressões. Recomendo, como professora de servidores públicos (policiais), a leitura desse livro, que passa lições de grande valia.

Lições de como enfrentar com dignidade a difícil tarefa de ser e fazer polícia. Mas antes de tudo, a obra orienta sobre como adquirir esperança e crer contra tudo e contra todas as adversidades. Mostra como acreditar em si mesmo quando essa crença não é sentida pela maioria das pessoas. Mostra como vencer com o próprio esforço, sem buscar escoras. A todos que dizem não posso, não vou conseguir... indico Pássaro Sem Asas, para que adquiram fé e acreditem, mesmo quando o mundo não lhes der crédito.

O ser humano é ilimitado na busca do aprendizado e da perfeição, mostra Genaura em seu livro que, não vale pelo título e nem é bom pela sua bela capa, mas tudo vale e tudo serve pela mensagem de coragem que leva ao leitor, descrevendo uma história verdadeira, da qual fui testemunha de alguns capítulos. Por isso mesmo, sem ter bagagem que me qualifique para opinar sobre literatura, atrevo-me a comentar com o único objetivo de dizer que valeu a pena.

Um dos melhores livros que li nos últimos tempos sobre pensamento positivo. O homem vale pela cabeça que tem. As pernas transformam-se em asas quando a mente é livre, sadia e independente, como a de Genaura. Não retrata um episódio vivido no Brasil e descrito como se tivesse ocorrido em terras européias, como muitos livros do gênero. É algo real, palpável, verdadeiro, acontecido bem perto de nós, enfocando o dia-a-dia repleto de egoísmos, medos, vaidade, frustrações, descrença e preconceitos de todos os níveis sociais.

Por isso o livro de Genaura Tormin é bom. Fala de pessoas reais, de gente que respira em nossa comunidade. Nele, a coincidência não é mera coincidência, pois a figura principal vive e não foi feliz para sempre como nos contos de fadas. Faz-se feliz, viva e atuante. Afinal, de uma pessoa valorosa só se poderia esperar alguma coisa de valor. Por isso, parabéns e pronto é pouco. Resta esperar que Genaura possa nos brindar com outros pássaros alados, valorizando aquilo que melhor exibe: coração e inteligência. Se lhe faltam pernas, conquistou um brevê para voar livre nos espaços da sabedoria. 

Ludovina Maria Braga é delegada de Polícia de carreira em Goiânia – 21.09.1991

domingo, 9 de junho de 2013

VOO SILENCIOSO



VOO SILENCIOSO
(Martha Moro da Rocha)

O silêncio do vôo convive contigo:
A VIDA...
Tua beleza interior é  magia!
És pura energia!
Tua nobreza é esperança!
És um exemplo à vida!
Bela se faz mulher,
Abençoada és mãe.
...alma sublime,
Sorriso fácil, franco,
Fortaleza da fé!
Mulher que ressignifica a vida!

É disso que quero falar,
E da guerreira intrépida,
Munida de asas
Como os anjos.
Asas poéticas 
Que brincam com o tempo.

Tu és dona absoluta,
Das tuas asas:
És pura energia,
Doçura e força.
Um traço perfeito na criação de Deus.

Reflexo de alma impresso a iluminar.
Um sorriso que irradia simpatia,
Um anjo em forma de gente.
Teu olhar expressa paixão
Doçura,
Firmeza.
Alma nobre...
Tu é melodia
Gênese,
Gênio,
Gérbera
...é indescritível,
Traz em si
Precisa e preciosa postura,
Poetisa de canto  anunciado,
Vida vestida de arco-íris,
Mulher que transpõe barreiras,
Transcende em alegria.

Impulsiva, determinada,
Esta mulher tem nome:
GENAURA TORMIN
__________
Que poema lindo! 
Fico em estado de graça. 
Encontrei-o entre guardados, endereçado a mim. 
Meu Deus, não me sinto credora de tantos predicados, de tantas virtudes! 
Volto ao passado e me vejo no Planeta Literatura, um site gostoso onde compartilhávamos os nossos escritos. Como éramos felizes e não sabíamos! Que saudade! Mas que saudade mesmo!
Vez em quando um escritor era homenageado! Dessa vez fui eu a privilegiada. Muitos poemas, muitos elogios permearam o meu mundo, fazendo-me contente, querida e amada. 
O poema acima foi a junção de pedaços dos versos de toda aquela plêiade de amigos de verdade. Martha, uma colega querida, teceu a colcha de retalhos rimando nos veios de sua exacerbada sensibilidade para me entregar naquele dia. 
Credito o meu carinho a essa gente amiga, cujos olhos me veem assim. 
Com os meus marejados e saudosos, de joelhos, posto-me a agradecer! 
Oxalá, esse meu voo de asas rodantes possa melhorar-me o espírito nesta existência, para, assim merecer o título de guerreira que me foi dado.
Beijos a todos vocês que ainda hoje bordam o meu coração de saudades.

Genaura Tormin

segunda-feira, 18 de junho de 2012

HOMENAGEM - CORAGEM PARA VIVER



 (Que pessoa linda é o Walter! Um ser profissionalmente consciente, capaz, erudito e MUITO humano! Um espírito evoluído, eu posso dizer. Tive o prazer de conhecer-lhe as faces, recentemente nas praias do nordeste brasileiro, pois o coração e a alma, virtualmente eu já os conhecia. Walter é um pregoeiro do BEM!


Quisera eu seguir-lhe as pegadas. 
No dia 04.03.2012 Dia Internacional da Mulher - 2012, eis que me vejo nos jornais de sua terra, lembrada pelo amigo jornalista, ainda virtual naquela época. Agradeço o carinho da homenagem, embora eu não a mereça  tanto. Sei que sou um exemplo vivo da AUTO-HEMOTERAPIA. Não posso me esquecer disso! Obrigada Walter!)

 HOMENAGEM 
 CORAGEM PARA VIVER 
 (Walter Medeiros* – waltermedeiros@supercabo.com.br)  

A cada ano - há alguns anos - no dia 8 de Março faço uma homenagem a uma mulher, para registrar de forma significativa o seu Dia Internacional. Já homenageei muitas mulheres, no seu dia ou fora dele, em função das lutas que travam diuturnamente por melhores dias para a humanidade.

Neste ano de 2012 envolve-me um desejo de fazer um registro que vem se delineando através dos anos e que considero ser hora de fazê-lo, escolhendo uma amiga que nem conheço pessoalmente, mas que tem um significado imenso para a têmpera de luta dos brasileiros. 

É uma mulher destemida, lutadora, que tem como maior referência o ânimo de superação. Conforme ela mesma conta, num dia qualquer da vida, sem aviso prévio, abruptamente uma mielite transversa meou-lhe o corpo, tornando-a paraplégica.

Há 27 anos, usa uma cadeira de rodas para deambular e enfrenta um turbilhão de dificuldades. Uma limitação gritante, uma vez que se viu banida da locomoção e da sensibilidade tátil. Ficou reduzida a apenas braços e cabeça. 


Mesmo diante de todo esse quadro ela não se julga uma pessoa doente, pois o que tem é a seqüela do triste ocorrido. 

Durante todos esses anos, a nossa amiga, que estava saindo da sua juventude, com 36 anos, precisou de alguns apetrechos e muito exercício de paciência, improviso e capacidade para se adaptar. 

Recorda que um dia uma emergente advogada, moça simpática, inteligente e bonita, ao sair do Tribunal deixou-lhe uma anotação: “Entra no Google e pesquisa auto-hemoterapia - trabalho do Dr. Luiz Moura”. Agradeceu e guardou a anotação. Fez a pesquisa e ficou encantada com o que leu e viu depois no DVD que a mesma advogada lhe passou.

Convencida do efeito benfazejo da auto-hemoterapia, não obstante o ceticismo próprio do cargo de Delegado de Polícia que exerceu durante alguns anos, resolveu experimentar, convicta de que mal não faria. 


Ficou estupefata ao fazer uma ultrassonografia e constatar que um cisto de ovário detectado em exame anterior e que deveria ser objeto de uma cirurgia, havia desaparecido.

Vítima havia anos de uma trombose, que recidivara duas vezes, ficou com a perna esquerda mais grossa do que a outra, incluindo a nádega, o que lhe causava um grande problema postural. Qual não fora a surpresa ao notar que não mais precisava de um calço e que a perna que sofrera a trombose estava quase igual à outra. 

A sua lesão é medular, com ausência de locomoção e sensibilidade a partir do nível T-4 (4ª vértebra torácica), o que significa dizer que estava inerte do peito para baixo. Todas essas passagens estão documentadas com atestados e exames.

Empunhando a bandeira do otimismo, ela tem sucesso como mãe, como esposa e como profissional. Quatro filhos formados e bem endereçados na vida, além de um marido sempre encantado consigo. 


Depois de paraplégica ascendeu, por concurso, aos cargos de Delegado de Polícia e Analista Judiciário, reforçando a certeza de que luta é a sua palavra de comando. Agora as suas taxas estão excelentes.

Tudo dentro da normalidade. A trombose que tinha na perna esquerda foi, totalmente, recanalizada, conforme exame recente. Sua estima está em alta. Nunca se sentiu tão bem. 


Afirma que “No meu sentimento de amor, gostaria que o tema AHT fosse estudado para melhorar a saúde de todos, principalmente daqueles mais carentes de recursos financeiros”. Na declaração mais recente que fez, continua “encantada com a Auto-
Hemoterapia. Encantada e agradecida! Faço-a regularmente”. 


Dentro da sua faixa etária, afirma que está ótima. Acha que não vai mais andar, mesmo por que nunca esperou por isso. Mas dá uma das maiores lições de vida, ao afirmar que “não se anda apenas com as pernas”.

Genaura Tormin, Técnica Judiciária, escritora e poeta em Goiás, pronuncia palavras emocionantes: “Embora não marque o chão com minhas passadas, o meu coração é livre, altaneiro e ganha asas, alicerçado sempre na coragem e na alegria de viver”. 

Por tudo isso, que é apenas uma pequena amostra da grandiosidade desta pessoa humana excepcional, rendo-lhe aqui a minha mais elevada homenagem neste Dia Internacional da Mulher. 

 --- Saiba mais sobre Genaura Tormin no seu blog LEVE, LIVRE E SOLTA
*Jornalista
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LEVE, LIVRE & SOLTA!


Sejam bem vindos!
Vocês alegram a minh'alma e meu coração.

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Era uma luz no fim do túnel e eu não podia perder.
Era a oportunidade que me batia à porta.
Seria uma Delegada de Polícia, mesmo paraplégica!
Registrei a idéia e parti para o confronto.
Talvez o mais ousado de toda a minha vida.
Era tudo ou NADA!
(Genaura Tormin)



"Sou como a Rocha nua e crua, onde o navio bate e recua na amplidão do espaço a ermo.
Posso cair. Caio!
Mas caio de pé por cima dos meus escombros".
Embora não haja a força motora para manter-me fisicamente ereta, alicerço-me nas asas da CORAGEM, do OTIMISMO e da FÉ.

(Genaura Tormin)