PLANTIO

PLANTIO
PLANTIO
(Genaura Tormin)

Deus,
Senhor dos mares e montes,
Das flores e fontes.
Senhor da vida!
Senhor dos meus versos,
Do meu canto.

A Ti agradeço
A força para a jornada,
A emoção da semeadura,
A alegria da colheita.

Ao celeiro,
Recolho os frutos.
Renovo a fé no trabalho justo,
Na divisão do pão,
. E do amor fraterno.

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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

O TEO E O FRED




O TEO E O FRED
(Genaura Tormin)

O Teo é um poema de pano que acabei de fazer!
Bonito, solidário e querido! 
Logo gostou do cenário e dos colegas. 
O Fred o recebeu com carinho e até se abraçaram.

Uma gracinha!
Isso me incentiva na cria de outros mais.
Uma diversão, um incentivo e, por que não dizer, 
um afeto dividido com os meus leitores 
que parecem gostar do que faço.

Para mim são sempre individualidades.
Sou eu a mais cativada com esse ofício 
que me apareceu tão de repente!
Estou fazendo uma família e 
me aperfeiçoando no feitio que me faz tão bem

Hasta luego!

quarta-feira, 11 de julho de 2018

UM PAPO DESCONTRAÍDO



UM PAPO DESCONTRAÍDO
(Genaura Tormin)

Duas amigas: a Cida e a Nanda, 
sentadas para 
um “papo” descontraído. 
Do que falam, eu não sei.

São minhas crias. 
Há muito amor envolvido, muito prazer, 
chegando a ser terapia... como gosto de dizer. 

São os meus poemas de panos, versos que só agora 
aprendi a fazê-los para suprir lacunas, 
espantar a solidão, 
a saudade do marido que partiu para a 
outra dimensão da vida 
 e fabricar felicidade.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

UMA PALAVRA A DR. CÉSAR


UMA PALAVRA A DR. CÉSAR
(Genaura Tormin)

Querido amigo,

 Junto-me a você nesse momento, nessa saudade. 
Empresto-lhe o colo, o ombro e o verbo, embora saiba que nessas horas todas as palavras tornam-se obsoletas...

    A melhor linguagem é mesmo o silêncio.
    Mesmo assim, queria dizer que o “seu” Ermínio não morreu! Apenas partiu primeiro!

    O corpo físico é somente uma vestimenta da alma, um invólucro, um embrulho, enquanto caminheira por este planeta. O que mais nos acalenta agora é a certeza do reencontro.

    Não estamos aqui por acaso! O Senhor sabe o que faz! Não seria justo se fôssemos apenas matéria finalizada numa tumba fria. O espírito eclode faceiro e contente e volta à Casa do Pai de onde partiu um dia, viu!

    Todos nós temos essa volta agendada, não importa a idade nem o motivo! A partida acontece na hora certa, no momento exato. 

Era chegada a hora do embarque do seu pai. 

Ele se foi com a missão cumprida e bem cumprida, cuja prole, tão bem esculpida em valores morais, é a estampa do seu bom trabalho por aqui. 
Ele está muito bem, passeando sem o peso de sua farde de carne. 

Está caminhando por outras paragens, outras maravilhas, ciceroneado pelos entes queridos que lá estão. Disso, tenho certeza, pois somos espíritos em experiências humanas. Um estágio, vamos dizer.

Assim, foram-se todas as dores, os incômodos da UTI... 

    Num corpo etéreo, ele estará entre vocês, velando pela família que aqui construiu e amou. Pense nisso! 

A existência é um aprendizado duro. É uma constante superação de obstáculos. Somente com esse material poderemos construir as asas e alçarmos à outra dimensão da vida quando chegar a hora.

    A cada dificuldade, fico a pensar que um bem maior está a caminho. Como a raposa do Pequeno Príncipe (Saint Exupery), começo a ser feliz por antecipação.
    Isso é uma verdade e eu a comprovo a cada subida, apoiada em tantas muletas que me fazem gemer a dor da escalada.

    A morte também é uma compensação assim e muito, muito melhor. Sei que não morremos, apenas emergimos do casulo para voar, feito borboleta. 

    Mesmo sabendo que essa passagem por aqui é apenas uma viagem, um curso de pós-graduação para que se possa ascender a patamares mais altos, e que há um Deus perfeito e maravilhoso que nos espera para outras jornadas, outros afazeres, outras empreitadas, quedamos-nos abatidos diante da partida.

    Tudo fica revirado. Parece um tornado que nos tenta arremessar ao caos. A gente fica fragilizado, feito fantasmas ambulantes, a perambular sem rumo, a procurar no último leito, a companhia amiga do viandante que se foi.

    Força, amigo! Pegue seu fardo e siga!

    Para a saudade não há remédio nem conserto. Ela terá lugar permanente em nossos corações, pois somos seres gregários, sensíveis e gratos, principalmente a quem nos trouxe à vida, fazendo-nos crescer no caminho do bem e do amor.

    Abraços da Genaura Tormin e família
    Goiânia, janeiro de 2016
   

sábado, 22 de agosto de 2015

CHEGOU A HORA DE IR



CHEGOU A HORA DE IR
(Genaura Tormin)

Queridos colegas:


      Procurarei não ser prolixa para que os sentimentos não abram as comportas dos meus olhos, tão bem tarameladas para aqui estar

Cheguei! 


     Avalio o caminho, revejo os pés e no calendário do tempo, confiro os 70 anos de vida feliz e bem vivida, dos quais 51 anos ininterruptos de vida pública dedicada ao meu País.

     O espelho ainda me fala de sorriso, otimismo, alegria e alguma beleza. 
Isso, porque tudo que fiz foi sob o comando do amor, da qualificação, da satisfação do fazer e do respeito ético.

     E eis que chego neste final de estrada, com o sentimento de missão cumprida!

     Mochila às costas, diante de vcs, para um abraço, um agradecimento, um até logo ou um até breve.

      Chegou a hora de ir!  Não estranhem se acaso eu chorar.


      Egressa de um concurso para Analista Judiciário do TJDFT, aqui estou há 21 anos. 

      Foi um tempo de paz, de crescimento, de trabalho para que a prestação jurisdicional  chegasse em tempo célere ao jurisdicionado, em que eu me senti feliz, contente, contribuindo com a Justiça do Trabalho do meu Estado.

    Durante todos esses anos integrei-me bem às equipes, irmanando um só espírito-de-corpo, pois jamais me subjugo às subserviências em busca de protecionismo sob o álibi da cadeira de rodas que ocupo há 34 anos. 

      Ela não me posterga, pelo contrário, enobrece-me! 

Convida-me ao desafio. 

E eu gosto disso. 

     O nosso Tribunal potencializa os recursos e tecnologias assistivas visando à plena acessibilidade das pessoas com deficiência. 

Isso se chama respeito, inclusão.

      Nunca me senti diferente, discriminada.
      Acredito que não há discriminação que resista à competência.

      Não é necessário paternalismo nem diferenciação, apenas respeito às leis e à célebre frase de Rui Barbosa: “... tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais na medida em que eles se desigualam”.


Mas agora chegou a hora de ir. 

Muitas saudades levarei. 

      Lembrar-me-ei de todos os companheiros de labor, com quem aqui convivi.

Essa linda história de trabalho nesse Tribunal será um marco de saudade nas celas de minhas recordações no acalanto  dos dias.

     Mas a história ainda não acabou. Conotativamente fui formiga a vida inteira, agora vou ser cigarra: cantar a vida, bordar horizontes, irmarnar-me  às asas dos pássaros e rever prados, campinas e montes, solfejando a lira dos poemas meus. 

       Nunca me esquecerei do tempo que aqui servi como formiga e fui tão, tão feliz. 

       Esta Corte de Justiça continuará minha também. 
       Os Camaradas-formigas terão um lugarzinho cativo no meu coração.

       E agora, adeus!

terça-feira, 9 de setembro de 2014

UMA SESSÃO EXTRAORDINÁRIA INUSITADA



UMA SESSÃO EXTRAORDINÁRIA INUSITADA
(Genaura Tormin)

Cuidar da família é uma sublime carreira, pois, o investimento maior é dedicado aos filhos, missão nossa, cabendo-nos a responsabilidade de endereçá-los à trilha do bem.

E isso se faz com presença, diálogo, carinho, orientação e exemplo. Por isso o casal pode se separar, os pais, nunca! É preciso saber fazer a diferença. É preciso preocupar-se com o desenvolvimento seguro dos filhos, pois serão eles os homens do amanhã. Dizem que quando vivemos na unidade, nossa morada torna-se um paraíso.

Basta pensar no grande número de crianças abandonadas, com pais vivos e ricos, que têm por amigos o aparelho de televisão, iPad, iPhone, videogame, redes sociais, internet, com seus benefícios e malefícios, sempre ditados pela solidão e revoltas da idade.

São os filhos dos pais “sem tempo” que, irremediavelmente, atribuem importância maior aos cifrões dos seus negócios, respondendo sempre: “Não posso agora, estou atrasado, é hora do jornal, do noticiário, da bolsa de valores etc.” Tentam materializar carinho e compensar a ausência com exageradas permissividades e presentes caros.

Ao exacerbar em oferecimentos materiais, os pais estão barateando a capacidade de luta dos filhos, diminuindo a busca e o desejo de conquista, o que os tornam frágeis. Como estão errados esses pais!

Quase sempre, esses menores, com todos os desejos materiais satisfeitos e as emoções diminuídas, e estando ainda verdes para o autoequilíbrio, o discernimento responsável, começam a perder a estima de si mesmos, tornando-se inseguros, tristes, rebeldes, enveredando facilmente pelo mundo das drogas à procura de carinho, de emoções maiores, iniciando o caos, que deixa marcas profundas, cicatrizes eternas.

O que adianta vencer profissionalmente, mas perder a família a qual é mais do que parte de nós? É missão e razão de toda a nossa luta na vida. É preciso conciliar família, trabalho, respeito e autoridade. “A melhor escola ainda é o lar, onde a criança deve receber as bases do sentimento e do caráter.” Acrescento que o maior e melhor remédio para tudo chama-se AMOR!

E esse tão lindo amor que dá sentido à vida é também uma questão de inteligência e responsabilidade. É preciso que se determinem limites e metas para a organização familiar, pois a energia também é amor.

O tempo não espera. Um belo dia você descobre que fez tudo errado. E o mais lastimável é que não há conserto. Não há dinheiro que consiga recuperar o que foi perdido.
(Este texto é parte do meu livro Pássaro Sem Asas – 6a. Edição.)

Ainda recente, num amistoso diálogo com uma colega de trabalho, ela me disse que teria que presidir a uma Sessão Extraordinária naquele dia em sua residência.

Aguçou-me a curiosidade e eu quis saber mais.
Explicou-me ela:

Temos 2 filhos: de 7 e 9 anos. É costume fazermos de vez em quando uma Sessão Extraordinária para discutirmos família, vivência, responsabilidades e falarmos de amor. Um momento de abertura e carinho só nosso.
Encantou-me o tema e ela continuou:

É, colega, é uma Sessão de verdade, nos moldes das Sessões Plenárias aqui do Tribunal. Uma mesa forrada, um livro de ata, uma jarra de suco, horário certo e os problemas a serem apresentados, que foram previamente listados por nós, os pais, e por eles. Por vezes, costumamos dizer que tal problema será posto em pauta e discutido na próxima Sessão. É um momento solene para todos.

Ali acha-se sempre a solução para todos os impasses: notas escolares, feitio de tarefas, boas maneiras, incentivos, alimentação, banho, arrumação das camas, uso e guarda de objetos e brinquedos, horários para diversão, passeios, projetos, além de conscientizá-los sobre o lugar que ocupam na família e no coração da gente, como importantes membros, credores de todo o nosso amor e razão de nossas vidas.

A seu turno, a palavra é dada a todos: papai, mamãe e os filhotes, o que é bem respeitado. Já é um hábito adquirido que muito os ajudará pela vida a fora

Há, também, uma fala sobre
Deus, como gestor de tudo, a quem devemos gratidão. Enaltecemos a solidariedade, o companheirismo, culminando em elogios em que todos nos sentimos partes, valorizados e amados.

Falamos sobre economia doméstica, futuro, explicando a razão de não podermos exacerbar em presentes... Começa a se formar aí a filosofia da vida.

Por um bom tempo tudo fica bem. Todos nós cumprimos o que foi ali tratado, respeitando a faixa etária e as lindas crianças que enfeitam a nossa vida, o nosso lar, a quem temos a responsabilidade de endereçar ao futuro que os espera.

E assim, vamos formando hábitos e construindo a base de nossa família, endereçando-a à trilha do bem e do amor.

Finalmente, eu lavro a ata, em que constam também os deveres e direitos ali debatidos.

Todos assinam e dali começamos um novo modelo de ajustamento.
Encerramos com uma prece, além de abraços e beijos.
Que maravilha é termos uma família para amar, um lar para voltar!

_ Que lindo ensinamento, registrei emocionada! Impulsionada pelas lágrimas, abracei a colega e parabenizei-a. As palavras ficaram entaladas na garganta.

A emoção tomava-me a alma e eu achei uma excelente forma de educar, construir e amar.

Uma linda e responsável família!

Imaginei a ata sendo assinada por aqueles pequenos.
A letrinha, os petitórios e a discussão de cada um...

Ah, eu amei essa conduta e pensei em multiplicá-la, trasladando o episódio num conto, o que acabo de fazer.

Obrigada, amiga querida, por me permitir aprender tanto com você!


domingo, 6 de julho de 2014

POR EU GOSTAR TANTO DE VOCÊ




POR EU GOSTAR TANTO DE VOCÊ
(Josefa Alteff)


Com todo carinho que eu possa ter,
Por tudo de bom que você me inspira,
Pelos nossos sorrisos! 
Pela nossa amizade!
Por eu  gostar tanto de você... 
Que nossos sorrisos nunca desapareçam,
A alegria, as gargalhadas ecoem
Eternamente!!!



Que estas flores
Possam traduzir o meu carinho
E admiração por você!
Parabéns!
Feliz aniversário!
Muitas felicidades!!!
Muita saúde!
Muita paz, amor, alegrias, 
Conquistas e realizações infinitas...... 

quarta-feira, 31 de julho de 2013

REGINA KANITZ ANIVERSARIA





REGINA KANITZ
(Genaura Tormin)

Trago o meu abraço,
Flores e minha canção,
Para uma amiga querida,
Que mora no meu coração.

Mulher forte,
Ombros de aço,
Caráter determinado,
Caminho e caminheira
Deste mundo inacabado.

No rosto, a simpatia,
A loirice das crianças.
No coração, o amor,
A garra, a crença, a coragem.

Da capital Salvador,
É reserva de fidalguia,
Essa amiga querida
Que hoje aniversaria!

___________
Parabéns!
Deus a abençoe e ilumine sempre os seus caminhos!
Beijos da Genaura Tormin

terça-feira, 22 de setembro de 2009

AMIGO


AMIGO
(Genaura Tormin)

Amigo é quase um irmão.
É presente, é relax,
é confidente.
Aguça a memória,
relembra o passado,
projeta futuro,
aconselha o agora.
É aliado contra os perigos.

Amigo divide o lanche,
a piada, as risadas, as fofocas...
Divide as experiências,
as conquistas, as dores,
as culpas e os segredos.

Não desculpa nada,
mas perdoa tudo.
Cobra, xinga, adverte e critica.
Mas empresta o colo,
a palavra, o sorriso,
a cumplicidade e o incentivo.

Está sempre junto na dor,
presente na alegria.
É causídico ferrenho na defesa,
embora a bronca venha depois.

Um verdadeiro amigo,
não segura apenas a mão.
Enfrenta o caos, a solidão,
a depressão,
o copo vazio e a paixão.

Vibra com o sucesso,
e ampara nos fracassos,
indicando saídas.
Um amigo de verdade, é claro!

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

MERAS ALEGRIAS

Essa floreira é no meu apart. Flores para enfeitar a vida, falar de amor...

MERAS ALEGRIAS
(Genaura Tormin)

Não fique triste!
A vida é assim,
Cheia de predegulhos,
Que nos ferem,
Que nos matam.

Poucas vezes,
Os caminhos são floridos,
Coloridos, perfumados,
Adornados pela fantasia,
Que nos faz seguir em frente.
Por vezes,
Sentimo-nos contentes.

São meras as alegrias,
Pois a ventania
Logo apaga o desenho
E o coração fica vazio,
A mercê das intempéries,
Do rigor do frio,
Da solidão implacável
Do desamor.

Resta apenas,
A certeza de que tudo passa!
Fique triste, não!
Vou te fazer um verso,
Uma canção...
Vou te arranjar um banquinho cativo
Neste meu coração.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

FLOR DO CERRADO


FLOR DO CERRADO

Eis um e-mail que recebi de um amigo!
Achei-o tão lindo, tão edificante, que o transcrevo aqui.
Acresci-me depois de sua leitura.
Acredito que é assim que somos construídos, lapidados...
Ao Wiliam, a minha gratidão, o meu carinho e o pacto de uma amizade eterna.
Obrigada muito pela paz que me passa e pela ternura que irradia. Sei que não mereço tanto, mas fico agradecida e feliz.
Beijos da Genaura Tormin

Eis o texto do Wiliam Machado:

GENAURA, FLOR DO CERRADO!

Minha querida amiga, confesso que tentei fazer uma poesia para expressar o quanto lhe quero bem, mas lamento reconhecer que não domino a arte de articular as palavras com conotação poética. Prefiro a escrita erudita, a que segue sequência pragmática e atribui sentido filosófico a hermenêutica clássica.

No fundo interpretativa como a poesia, porém, sem o atributo da rima. Ao meu jeito de escrever reitero minha gratidão por haver encontrado você nesse caminhar terreno.

Aparentando força do acaso, mas com fortes traços e/ou evidências subjetivas de reencontro de almas da mesma linhagem, nos deparamos numa das milhares de bilhões de trilhas da existência humana planetária.

Está escrito nos arquivos da Sabedoria Universal que teríamos esse novo encontro e dele devemos tirar melhor proveito possível, em condições especiais de roupagem externa e munidos de influência para importantes mudanças paradigmáticas.

Esteja certa que muitos ensinamentos seus foram e são de grande valia para um batalhão de alunos e ex-alunos de graduação e pós da área de saúde, inclusive, promovendo substantivas contribuições para o cuidado humano de muitas pessoas com deficiência, mundo afora.

Da mesma forma, tenho certeza que a recíproca foi verdadeira, quando aplicada aos inúmeros escritos seus e dirigidos aos mais diversos grupos sociais que precisavam despertar para questões afetas ao segmento de pessoas com deficiência.

Viu como tem sido benéfica nossa parceria? Entendo-a também como uma forma de resgate do não feito em vidas passadas, embora tivéssemos condições de fazê-lo noutras oportunidades. Nesse sentido, apoio-me em algumas correntes científico-filosóficas, entre as quais a teoria das cordas da física moderna para explicar o "aparente" acaso típico desses reencontros. Olha eu entrando na seara científica! Um hábito de pensar esquemas teóricos com coisas vivenciadas. Fazer o quê, é minha praia!!!

As mensagens de Natal fazem parte da melhor sintonia humana do Planeta. Nesse vórtice energético, melhor compartilhar da linguagem e atmosfera de AMOR disponível.
Assim, seleciono o melhor e compartilho com pares da atual passagem no mundo das formas. Uma forma de estar no mundo e dele tirar melhor proveito. Parto do princípio que o AMOR é a única coisa que se multiplica na proporção direta como se é compartilhado.

Quanto aos problemas com a LER, concordo que devas se poupar ao máximo. De natureza degenerativa ela precisa ser contida em sua evolução, e o melhor mesmo é respeitar seu processo. Apenas recomendo que não deixe de fazer a auto-hemoterapia.

Pode não representar mudanças objetivas do ponto de vista externo das funções corporais, mas é diferencial positivo para o que os olhos não percebem.

Olha, aprendi com meu Ser Interno que toda manifestação corporal na forma de doenças e/ou limitações funcionais, precisam ser compreendidas como processos de purificação benfazejos ao espírito.

Temos a eternidade para alcançar sabe-se lá o que em termos de evolução. Entreguemo-nos a LUZ! Afinal, o que se passa na matéria é muito efêmero para grandes preocupações.

Beijo fraterno.
Com carinho.

Wiliam

LEVE, LIVRE & SOLTA!


Sejam bem vindos!
Vocês alegram a minh'alma e meu coração.

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Era uma luz no fim do túnel e eu não podia perder.
Era a oportunidade que me batia à porta.
Seria uma Delegada de Polícia, mesmo paraplégica!
Registrei a idéia e parti para o confronto.
Talvez o mais ousado de toda a minha vida.
Era tudo ou NADA!
(Genaura Tormin)



"Sou como a Rocha nua e crua, onde o navio bate e recua na amplidão do espaço a ermo.
Posso cair. Caio!
Mas caio de pé por cima dos meus escombros".
Embora não haja a força motora para manter-me fisicamente ereta, alicerço-me nas asas da CORAGEM, do OTIMISMO e da FÉ.

(Genaura Tormin)