
PASSOS VARRIDOS
(Genaura Tormin)
Senhor dos céus, dos mares e da Terra,
Dá-me um pouco de paz!
Nessa caminhada que tanta dor encerra,
Aquece meu coração que em tristeza jaz.
Aumenta-me a fé, reforça-me a coragem!
Alicerça o meu espírito na sabedoria!
Os passos já não palmilham a rodagem.
Há muito se esqueceram da harmonia.
Os braços trabalhadores quedam-se cansados,
E a vida começa a perder toda aquela magia!
Faltam o calor, o encanto, a força do abraço,
O amor, o afeto e o sorriso farto.
A vereda, antes florida de alamandas,
Enfeita-se hoje de luta, sem lenimento.
O caminho parece ainda tão longo
Aos meus passos varridos pelo tempo.
Ninguém pode ser maior que a sua própria alegria. Ninguém merece esse seu desfalecimento ou exaurir, porque a vida é teste, é festa de conhecimento, alegria de amor em sentido intenso, união e uniões, força frente a aniquilamentos, fé e coragem todo dia, para quem quiser obter carta de alforria. Por favor reescreva uma poesia, tão perfeita como essa, sob título Tristeza Varrida, por favor, vai!!!
ResponderExcluirAbraços
Márcia Vilarinho
Lindíssimo! Já o comentei na Casa da Poesia, mas não resisto a dizer que apesar de triste é de uma melodia única.
ResponderExcluirBjs
Marcia Vilarinho