
PÉRGULAS DO DESTINO
(Genaura Tormin)
Sei que incomodo!
Estou além do meu tempo!
Construo pontes, vou às fontes,
Enfrento tornados,
Rebato o desalento,
E me faço contente.
Se brilho?
É só consequência.
Não me rendo!
As armas empunho.
Procuro sobrevivência.
Pego o meu fardo e vou seguindo,
Catarolando pelos caminhos,
Pérgulas do destino.
O coração está sereno,
A alma em paz,
E trânquila
Está a Consciência.
Querida Genaura! Adorei o seu blog. E só estou começando a ver... Gosto de ler tudo que você escreve, gosto dessa pessoa maravilhosa que você é... Obrigada por você existir e me deixar fazer parte dos seus amigos.
ResponderExcluirUm abração. Bjs!!!
Giselia.
Bem,como suas produções de qualquer natureza são magistrais, fica difícil comentar apenas uma.Devagarzinho, vamos comentando.
ResponderExcluirO blog ficou sensacional. Um sonho realizado, mais uma etapa vencida. A vitória haverá de lhe sorrir sempre, pois garra vc tem de sobra e "desafios" são a sua principal característica.
Beijo grande e sucesso sempre.
Marilândia