
OSTENTO O AMOR
(Genaura Tormin)
Viver?
Penso que aprendi agora,
Depois de tantos passos inúteis,
Falsos, conturbados...
Tantas quedas, tantos percalços.
Conheci-me depois dos tombos,
Diante das feridas ainda exangues.
Gosto-me assim!
A existência é um palco
E eu sou sua personagem
Nua, consciente,
Agora contente e sem adereços.
Sou, como sou!
Ostento a alegria,
A poesia e o amor!
Gyn, 22.11.2011 10h
Querida amiga Genaura,
ResponderExcluirA vida, essa poderosa companheira de todos os dias nos ensina a conhecer-nos. E é diante de tantas quedas e sofrimentos, que aprendemos o
mais importante: acima de qualquer coisa, estamos vivos e temos, depois de tudo, a coragem e a fé para respaldar-nos diante do que ainda estará por vir, posto que não nos é dado conhecer o futuro.
Porém, estando com Deus em nosso pensamento, creio que tudo o que ainda vier, estaremos aptos
a enfrentar e vencer.
Com um imenso beijo em teu coração e um forte abraço,
Maria Paraguassu.
Genaura,
ResponderExcluirQue lindo lugar. Textos , poesias, imagens.
Ostentar o amor , a alegria e poesia é ter ser sempre em harmonia.
Despedindo-me,
ResponderExcluirVoltarei sempre em visitas neste lugar de palavras
Parabéns, pelo blog.
Cordialmente,
Aureliano
GENAURA
ResponderExcluirconhecer-te foi uma incrível oportunidade de aprender e viver melhor. Vê-la ostentando o amor, a alegria, a gana pelo trabalho e a disposição de se posicionar como mulher completa, mesmo que os seus pés não marquem o chão, faz-me amá-la como és, sem adereço. Na sutileza das palavras da poeta que contradiz a grande força de não pedir licença para viver o direito dado por Deus de ser PLENA.