
O AMOR ARQUEJA NO TEMPO
(Genaura Tormin)
A inteireza da felicidade,
Essa pulsão incontrolável,
Consome-me aos poucos.
Envolta em mistérios,
Quero um amor romântico,
Mesclado de paixão,
No enlevo de saudades.
A transcendência
Ficou no passado.
O pranto, o encontro,
Em bites mascarados,
Não têm o mesmo encanto.
Os elos se partiram.
Não há ancoradouro,
Apenas uma amplidão a ermo...
Perdeu-se a unidade
Em aventuras passageiras.
Em cacos,
O amor arqueja
Na enfermidade do tempo.
Genaura,
ResponderExcluirQue lindo seu Blog, seus versos...estou encantada!
Graças a Fresta Poética a encontrei...
Voltarei muitas vezes...Parabéns!
Reggina Moon
www.versoeprosapoemas.blogspot.com
Ricamente ornado pelas cores do passado. Lindo, como sempre, Genaura. Bjs.
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