
CONJECTURAS DO NADA
(Genaura Tormin)
As horas se foram caladas,
Num gélido silêncio.
Estática, aqui parada,
Pasmada ainda estou
Ante às conjecturas do NADA.
Foi-se aquela felicidade!
Aquele gosto de fruta madura,
Que de tanta ternura
Era o manancial de sorrisos
De uma alegria pura.
A passear no meu céu,
Restaram apenas os versos,
Tristes, solitários, vazios...
Cansada de tanto reverso,
Senti-me à margem do caminho,
Forçada a construir outro ninho.
Poetisa da vida, querida Genaura. Que tenha um bom sábado, um bom final de semana, beijos no seu coração :)
ResponderExcluirCanta a cotovia que existe em nós, o canto triste de um dia e, em outro, canta o rouxinol a música da alegria e, como anjos em emparelhadas asas, vamos assim voando rumo ao universo na saudade do Grande ninho, que jamais conseguimos reproduzir em terra. Abraços desta sua amiga irmã.
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