FRAGMENTOS DO MEU CANTO
(Genaura Tormin)
Alma aberta,
Leve, livre e solta...
Com o coração vadio,
Disperso pela vida,
Sigo à cata do imensurável
Questionar da existência,
Com suas dores,
Seus amores,
Suas finitudes.
Nessa velocidade,
Desfolho-me.
Deixo jorrar pelos atalhos,
Veredas e trilhas,
Fragmentos do meu canto,
Restos de poesia.
Que sirvam de incentivo
Aos viandantes,
Caminheiros cansados,
Pelas intempéries do tempo.
Se esquecidos,
Abandonados ao relento,
Sirvam, apenas, de adubo,
Para alcatifar os passos,
Indicar o riacho,
A tramontana do caminho.
O teu bonito canto servirá sempre de incentivo aos outros.
ResponderExcluirBeijo
Joaquim Sustelo
http://tardesdeoutono.blogs.sapo.pt/
linda, vc. Que porte! rsrsrsr
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