
EVIDÊNCIA
(Genaura Tormin)
No silêncio
Os lamentos tardios
E as escusas do que se foi.
O cérebro confunde
Os desejos esquecidos.
O tempo está parado,
O vento não encanta,
Como outrora,
Porque as flores
Já não exalam perfumes.
Não há espera...
Ela não é necessária.
Os dias são normais.
O querer se foi
Com o entardecer,
Numa revoada de pássaros.
Mesmo assim,
Eu sinto frio.
Tudo está tão só,
O coração vazio.
No silêncio,
As respostas de perguntas
Feitas ao nada.
Cancioneira da saudade
ResponderExcluirNossa companheira sempre
Águas do ontem
Retornando à nascente
Rios da memória
E do coração!!!
Ler-te...
É pousar os olhos
No horizonte da alma
Ascender à emoção,
Linda e Amada Gê!!!
Beijo todo carinho no
teu terno coração, Amiga!!!
Iza
GenaurAmadAmiga...
ResponderExcluireu, constatando que a maior "evidência" ainda é a beleza constante e indiscutível da tua poesia!
Belíssima, querida. Sempre meu amor-amigo e bjs.
Genaura
ResponderExcluirComo é bom chegar a esse cantinho romântico ouvir essa música e deleitar com os contos, estórias e versos montados com um sentimento aflorado com as flores do campo.
Um carinhoso abraço
mochiaro
Genaura
ResponderExcluirComo é bom chegar a esse cantinho e ouvir a música, ler estórias e contos e deleitar com a poesias afloradas com as flores do campo.
Um abraço e u beijo carinhoso
mochiaro