PLANTIO

PLANTIO
PLANTIO
(Genaura Tormin)

Deus,
Senhor dos mares e montes,
Das flores e fontes.
Senhor da vida!
Senhor dos meus versos,
Do meu canto.

A Ti agradeço
A força para a jornada,
A emoção da semeadura,
A alegria da colheita.

Ao celeiro,
Recolho os frutos.
Renovo a fé no trabalho justo,
Na divisão do pão,
. E do amor fraterno.

sábado, 9 de maio de 2015

EU SOU A GENAURA TORMIN


Eu sou a 
Genaura Tormin!

Uma mulher experiente, contente, que improvisa a vida e se reputa valente.

Sou a estampa da alegria! 
Faço versos no dorso da poesia. 
Tento driblar o espaço, 
Unir-me às asas dos pássaros, 
E soltar as peias, afrouxar os laços.

Moro em Goiânia, uma cidade bonita, esculpida no meio do cerrado, entre montanhas e vales, na região do planalto, no centro de Goiás, no coração do Brasil. Sua gente é solidária, hospitaleira, de sorriso franco, alegria brejeira.

Fiz o curso de Direito e especializei-me em algumas áreas. 
Sou Delegada de Polícia! 
O tempo legou-me a aposentadoria. 
Irreverente que sou, arranjei outra ocupação. 
Estudei e prestei concursos. 
Sou Analista Judiciário do Tribunal Regional do Trabalho! 
Adoro o meu trabalho, os meus colegas e superiores.

Ah! As minhas expectativas com o curso? 
_ As  minhas expectativas são as melhores possíveis. 
Gosto de interagir, aprender, conhecer o "novo", acrescenta-me enquanto gente nesta caminhada terrestre. 
Especialmente, gosto da língua pátria, da qual tanto necessito para a escorreita grafia dos meus textos. 
Ah! Esqueci de dizer. 
Sou escritora! 

Tenho 5 livros editados e um blog. www.genaura.blogspot.com
onde escancaro toda a minha sensibilidade num varal de versos, num arsenal de artigos sérios, sob variados temas. 

terça-feira, 7 de abril de 2015

MEU POEMA TEM MAGIA







MEU POEMA TEM MAGIA
(Genaura Tormin)

Miro a eternidade,
Nas encostas dos sonhos.
Alcanço o infinito
E vejo tudo mais bonito.

Cavalgo no pensamento.
No dorso de miragens.
Construo castelos,
Enfeito-os de brisa e canto,
Flores e pranto.

Meu poema tem fantasia,
Melodia de riacho,
Cheiro de pradaria,
Céu estrelado,
Encanto e magia.

No bailado da alegria,
Borboletas voejam
Nas cores da natureza,
No trinado da passarada,
No refrulho da cascata...
Dentro de mim
Desnuda-se o Universo!

CONQUISTA DA ALEGRIA

CONQUISTA DA ALEGRIA
(Genaura Tormin)

Quero um vendaval de sorrisos,
Escancarados, atrevidos,
Para gargalhar a vida!
Quero esquecer a saudade,
Na conquista da alegria.

Borboletas em revoadas
Acalentarão meu sonho
Num varal de poesia
Sob um céu azul
No encanto de muita fantasia,
No solfejo gostoso
De notívagos pássaros



quarta-feira, 22 de outubro de 2014

FLÁVIO TORMIN RECEBE TROFÉU do PRÊMIO SERVIDOR DE MÉRITO no TRT-GO



FLÁVIO TORMIN RECEBE TROFÉU do PRÊMIO SERVIDOR DE MÉRITO no TRT-GO
(Genaura Tormin)

O tempo, em sua pressa, vai colorindo os meus cabelos, vergando-me a silhueta, mas o sorriso e a satisfação estampam-se altaneiros ante às muitas conquistas dessa linda família que Deus nos permitiu construir. 
Obrigada, meu Deus, pelas ferramentas que tão bem esculpiram cada uma dessas crias.

Ainda corro, como no passado, para aplaudí-las, incentivá-las a florir os caminhos com as alcatifas do bem, do trabalho honesto, da simplicidade e do amor.

Ainda sou aquela mãe antiga que chora, sorri e agradece nessas ocasiões, debulhando-se em lágrimas, beijos e abraços.

Mais um troféu nesse ministério!
Meu coração está em festa! 


Postada à frente, assisti de cátedra o
filho FLÁVIO TORMIN ser reconhecido em linda cerimônia no Auditório do Tribunal Regional do Trabalho de Goiás com o PRÊMIO SERVIDOR DE MÉRITO pelos bons trabalhos prestados àquela Corte de Justiça de onde é serventuário. 


E eu estava lá atenta, feliz, registrando aquele momento para a posteridade, colacionando-o no meu arsenal de memórias.
Não há nada mais gratificante!

Não há dinheiro que compre esses valores que constroem um "Homem de Bem"!
Parabéns, meu filho! 


O homenageado é você, mas a felicidade é minha. Minha por ser a sua mãe, sua colega de trabalho e ter esse tempo para conferir a cria que pari, acalentei, alimentei com a seiva do meu ser e pude guiar pelo caminhos do amor, da retidão e do trabalho.

Assino embaixo e aprovo!
Colo no seu caderno da vida uma estrelinha amarela!

Que Deus o abençoe sempre!

Beijos dos seus pais
Alfredo e Genaura Tormin

SÍNDROME DO NINHO VAZIO





SÍNDROME DO NINHO VAZIO
(Genaura Tormin)

Na primavera nasceu a nossa filha, linda, sadia, uma flor!
Um sonho realizado, o meu corolário de amor.
Arrumei o cabelo, maquiei o rosto,
E vesti um penhoar bordado de vermelho
Para conhecê-la no berçário,
Embora já trocássemos carinhos diários.

O coração batera forte e o meu ser se enternecera.
Sem poder conter o pranto, postei-me a agradecer.
O meu presente era ela: o bebê mais lindo daquele dia,
Feito de amor, com as fímbrias da alma em harmonia,
Sob a guarda do coração enamorado.

Da primeira palavra, eu não posso esquecer.
Quando a descobri de pé, sorrindo para mim;
Os primeiros passos, o primeiro dentinho...
Ah, isso, nunca esqueci, até parece que estou a ver.
E a vida virou eterna primavera, cheia de anjinhos.
Mais três irmãozinhos vieram para nos fazer companhia
E encher a nossa vida de alegria.
Uma árvore cheia de passarinhos!

Lembro-me do primeiro dia de aula, da palavra MAMÂE,
Desenhada com a sua letrinha, das redações, dos poemas,
Das bonecas nas casinhas... e dela, como professorinha,
A ensinar aos irmãozinhos com tanto carinho.
Do sucesso na escola, dos passeios de veraneio,
Do papai Noel que dava moedinhas...
Entusiasmados, eles guardavam nos cofrinhos.
Que alegria era a nossa família!

Depois, eles cresceram: faculdade, bacharelado...
E nós torcíamos a cada vitória, chorávamos nas formaturas,
Nas aprovações de concursos,
Nas investiduras de cargos...
Sentíamo-nos também vencedores,
Pois a felicidade dos filhos sempre foi a nossa realização.

E como esses filhos cresceram!
Em tamanho e em valores, fazendo-nos felizes.
A cada ano, um deixava o aconchego do lar,
Para o próprio caminho palmilhar,
Ao lado de um grande amor.
Até que o último pássaro alçou seu voo.

O ninho ficou vazio, a árvore solitária...
Desapareceram as risadas, as conversas,
O afeto gostoso de todo fim de tarde.
Esconderam-se, feito estrelas em noites de chuva.
Tudo ficou triste, nem a lua restou por companhia.
Somente saudades daquele convívio, daquela alegria...

Agora, a "síndrome do ninho vazio".
Um tédio ambulante passeia pela casa,
Os ecos se formam pelos cantos em soluços inaudíveis.
As camas sem hóspedes, sem donos...
As luzes não se acendem mais.
Tudo ficou desnecessário!
Falta a alegria, falta o vozerio...
Há um gosto de saudade impregnado no ar.

À mesa, as cadeiras desocupadas
Parecem encharcadas de abandono.
Os talheres não mais têm vida.
Não tamborilam sobre a mesa.
Tudo se resumiu a dois lugares marcados.
Justamente como no início: eu e seu pai.

Hoje, mais experientes,
Pois superamos as dificuldades,
Vivenciamos a dor e encaminhamos vocês
Na trilha do bem, na trilha do amor.
Resta-nos o sentimento de dever cumprido.
Embora longe dos nossos cuidados,
Do nosso carinho, do afeto diário,

Sempre seremos nós os pais de vocês.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

PEQUENOS POUPADORES


PEQUENOS POUPADORES
(Genaura Tormin)


Temos 4 filhos.
Todos endereçados à trilha do bem. Profissionamente seguem os seus caminhos.
Fico contente em vê-los à direção de suas vidas, administrando a prole.

Nós sempre os ensinamos o valor do trabalho. Interagiam nas tarefas domésticas: manutenção e organização dos seus pertences, do quarto, feitura das camas, afirmando sempre que a casa era nossa, deles.

Assim todos auxiliavam, minorando o trabalho e repartindo alegria no balanço da responsabilidade. Coisa séria, dizíamos sempre.

Primeiro o dever, depois a diversão. Somos uma família unida e feliz onde todos se ajudam e se amam. Somos elos de uma mesma corrente. Um por todos e todos por um até hoje.

Pequenos afazeres esporádicos, eram às vezes remunerados para possibilitar a compra de um picolé ou outra guloseima da predileção no momento. Sempre quando pediam, nunca “ultra-petita”.

Isso os fazia entusiasmados, criativos, contentes e trabalhadores. Filhos e amigos sempre. Pequenos aprendizes. E, assim, estava sendo esculpidos o caráter, a responsabilidade e as bases que os tornaram os cidadãos dignos e felizes que são hoje.

Pois é:
Agora descubro a mesma conduta repassada por eles aos filhos.
Especialmente a família do Flávio que é nosso vizinho e está sempre entre nós.
Uma família linda!

Tem dois filhos: um de 9 anos e o outro de 7 anos.
Vê-se que o casal endereça aos garotos um cuidado especial na escolha da educação e na construção dos valores morais e crísticos. Aos filhos amamos mais do que a nós mesmos.

É preciso cumprir os ditames do amor e os legados de pais, pois o tempo não espera e logo se tornarão adultos para dirigirem o destino e enfrentar o mundo.
Muito inteligentes, educados e com o sorriso sempre até nos cantos das orelhas, enfeitam e alegram os nossos dias.

Estudam numa boa escola em horário integral, tendo em vista os pais trabalharem durante todo o dia. É a exigência da vida. O somatório que se faz necessário para o enfrentando dos inevitáveis compromissos, requeridos pelo progresso. Desde os anos 60 que a mulher desfraldou sua bandeira, nivelando-se ao parceiro como somadora de esforços comuns. E isso é bom.

Entretanto quando em casa, a atenção é carreada totalmente para os filhos, numa participação interativa e amistosa.

Admiro o carinho partilhado. Certamente fará a diferença no porvir.
Os garotos são instruídos sobre tudo, dentro da faixa etária, no exercício de pequenas tarefas, cuidados... Tudo dentro dos veios do amor, o que os fazem amados e interessados.

Achei legal o ensinamento sobre dinheiro, despesas, escolha, controle e precauções. Cada um tem uma conta poupança em que é depositada uma pequena mesada e um cartão de débito. 

Ambos, formalmente foram ao banco para fazerem o depósito e requererem o cartão. Cidadãos no exercício de seus direitos, cujas assinaturas já ganhavam legitimidade num estabelecimento bancário! 

Percebe-se a alegria e o tino dos pequenos poupadores. Parece que se instruem com os comentários do Mauro Halfeld, especialista em finanças pessoais, na CBN.

Sisudos e altaneiros, com ares de importância, processam suas compras de lanche e por vezes algum brinquedo. Sabem negociar com o dinheiro e criam planos de economia e capitalização para futuras aquisições.

Satisfeitos gabam-se do quanto já pouparam e falam em aplicões no Tesouro. Isso significa que estão atentos aos comentários, ouvidos aleatoriamente. A vovó não consegue segurar o riso, mas há uma boa intenção nisso.

Acho maravilhoso esse jeito de educar e ensinar a ter traquejos com a economia doméstica, pois a família é uma empresa.

Para eles, representa um crescimento que lhes impinge responsabilidade. E é assim que vai se esculpindo o caráter, os sentimentos e o endereçamento ao futuro que os espera. 

Com certeza, tudo está sendo guardado no arquivo da memória para repasse futuros, pois a vida é cíclica.

Parabéns aos pais/mestres e aos alunos/filhos!

domingo, 21 de setembro de 2014

SOMOS TODOS IGUAIS


SOMOS TODOS IGUAIS
(Rodrigo Tormin)

Que bobagem essa coisa de racismo!
Todos nós somos iguais,
Apenas pensamos diferente.
O racismo é um abismo,
De coisas ruins e chatas.

Se eu tivesse inventado o racismo
Seria como a paz mundial,
Cheia de coisas boas
E de alegria para todos.

O racismo, ao invés de ser coisa ruim,
Seria até mesmo uma palavra bonita,
Uma palavra misteriosa,
E bem curiosa!!!

Não sei quem inventou o racismo!
Mas sei que essa pessoa não era muito boa.
O racismo é uma expressão muito feia,
De dizer o que pensa do outro.

Se todas as pessoas fossem iguais,
O mundo não seria tão legal,
Teríamos que andar com o nome
Pregado na testa,
Para sermos reconhecidos.

Eu sei de uma coisa,
Nunca vou ser racista!
Preto e branco
São duas lindas cores.

Mas, independente da cor,
As pessoas têm apenas
Um destino para viver:
A sinceridade!
A educação!
E o respeito!!!
Isso que é importante no nosso

Dia-a-dia.
_________

Revendo arquivos, encontrei esse poema do Rodrigo, meu neto, quando ele tinha 10 anos. 
Fiquei emocionada e pensei: Como as crianças são lindas e puras. 
Que grande sentimento. 
Ele queria ser escritor. Chegou a escrever contos, nessa época. 

Antes ele, bem pequeno queria ser dentista, como o avô.
_ Vovô, por que vc usa roupa branca?
_ Porque o vovô é dentista!
_ Por que vc é dentista?
_ Porque o vovô estudou muito!
_ Então eu sou dentista, vovô! Eu estudo muito na minha escola!
Nessa época, era pequerrucho! Tinha uns 3 anos, mas já ia para a Escola.
Que saudade! Quanta alegria a gente experimenta com essas crias!
Netos são anjos que Deus nos manda para que não tenhamos tristezas.
Amo vc, Rodrigo!

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

VALEU A PENA



VALEU A PENA
(Genaura Tormin)

Viver é lutar,
Buscar
Recomeçar a cada queda!
Achar portas e janelas
Sonhar e realizar
Na construção de um novo ser,
Lapidado pela dignidade,
Pelo amor
Que exalta e enobrece.

A gente cresce,
Vence a arrogância,
Ambições, orgulho,
Egoismo...
Vence as trincheiras
Na ascensão de si mesmo.
Aí descobre que
Valeu a pena viver!


segunda-feira, 15 de setembro de 2014

MENSAGEM AOS SOBRINHOS ALEXANDER E RAQUEL pelo casamento


CASAMENTO DE RAQUEL E ALEXANDER
(Genaura Tormin)

“Crescei-vos e multiplicai-vos”, disse-nos o Criador de Vidas, para significar a nossa participação na construção do mundo.


Um belo convite anunciava o enlace matrimonial de RAQUEL E ALEXANDER, marcado para “Quando Setembro Vier”.

E setembro veio cheio de encantos. A primavera em festa!

Ao cair a noite, com pássaros em revoada, brisa amena, música angelical e o céu em seu traje de gala, revestido de paz, o casal entrava no aconchegante Santuário de São Francisco, na cidade de Pontalina-Go. O ambiente espargia amor, ternura… Deus estava ali.

Aos pés do altar, diante de Deus e dos homens, Raquel e Alexander disseram SIM: à vida, à felicidade, ao sonho, unindo suas almas num só destino, num só caminho, rumo a construção de um ninho. 

Dois pássaros enamorados no mesmo galho.

E o que é registrado no coração, a alma confirma, Deus abençoa e a vida eterniza! 

É o poder do amor em sua mais bela essência! 

Desse empoderamento florescerão lindos rebentos que perpetuarão essa alegria e escreverão no tempo a história de vocês.

O clima era de paz, ternura e um cheiro de felicidade pairava no ar, calava-nos a voz e quedava-se em cada coração que abençoava vocês naquele momento.

Pensei haver transcendido os liames da terra. 

Tudo colorido, iluminado, florido em tons suaves, enfeitado por tão bela música, que parecia regida por anjos.

Isso é o amor! – pensei extasiada.

Exacerbado amor!

É a procura do eterno.

É a forma mais linda que Deus encontrou para que o homem fosse criatura e criador: propagasse a espécie, ascendendo de acordo com as leis da natureza e contribuindo para o progresso do Planeta. 

Vocês conquistarão o Universo, a Terra Prometida, o objetivo maior de duas pessoas que se amam. 

Serão iguais às asas de um pássaro, que não se subjugam, mas se equilibram lado a lado, propiciando a plenitude do voo, em total cumplicidade.

Singrarão outros mares, novos portos, percorrerão novos caminhos na perpetuação da felicidade, sem nunca se esquecerem de que a família é a instituição base de uma sociedade sadia.

Esse aconchego assemelhar-se-á ao cultivo de um jardim, que agora terá dois jardineiros empenhados no adubo da terra para a exuberância das flores.

Enquanto o padre Alessandro celebrava a cerimônia, por sinal, uma das mais lindas que já assisti, fiquei passeando, vagando nos meandros de mim mesma, procurando encontrar a receita para esses elos que se juntam numa mesma corrente para propagar o afeto e a prole, sob as bênçãos do Criador de vidas. Resoluta retornei aos versos do meu poema, convicta de que:

Amar é oferecer ao outro o chão,

Se lhe faltar o equilíbrio,

Ou o sonho quando a dúvida se fizer presente

E o desejo tiver dificuldades para voar.

É aceitar, perdoar, verbalizar,

Tolerar e lutar sempre.

É isso que faz a vida valer a pena!

Reconstruí a lira e envolta nesse poema-prece, vi-os sair de mãos dadas, em estado de graça, enlaçados na alegria, nos devaneios do querer pelo comprido tapete que os levou à porta da saída, o ingresso para um novo mundo, novos projetos de plumas e sorrisos, embora por vezes, possam ser mesclados por espinhos atrevidos, inerentes ao fortalecimento da alma, como bem disse o celebrante. É quando Deus fica em silêncio.

A mais linda das etapas! Deus precisa de coadjuvantes para o construção de sua obra. Por isso vocês foram chamados ao front.

Afinal, viver é isso! 

E o sonho tem de continuar aceso, e ambos namorados, amigos, companheiros e, acima de tudo, apaixonados. AMÉM!

...“E agora, Senhor, fazei que eles Vos bendigam para sempre!”

Parabéns! Que sejam felizes para sempre!

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

FELIZ ANIVERSÁRIO, ALFREDO




FELIZ ANIVERSÁRIO, ALFREDO


Alfredo, querido,

Hoje é o aniversário de uma pessoa muito importante e querida na minha vida! Que me apóia, que me ama e me ampara nas tormentas, dividindo comigo as alegrias, os problemas e os sucessos.

Que me fêz mulher e me agraciou com os mais lindos presentes do mundo: 4 lindos filhos, tesouros que enfeitam a nossa vida.
Essa pessoa é Você, Alfredo De Paiva Tormin! 

Sou muito feliz em ser a sua mulher e ostentar o seu nome.
Nesse plano terrestre já caminhamos muito.

Graças a Deus, temos conseguido sair ilesos e voar na calmaria e no entendimento, cumprindo a missão que nos foi confiada: um por todos e todos por um.

Nossa família é uma empresa sob a nossa administração.
São 46 anos de parceria, nessa sociedade que um dia tivemos a sorte de fundar.

Somos cúmplices!
E hoje vc aniversaria!
Parabéns, meu amor!

Muita paz, muita saúde, muita alegria!
Que Deus abençoe e ilumine sempre os nossos caminhos, guie os seus passos,  o seu encantamento de viver!

Como jardineiros desse jardim/família, continuo no adubo da terra, no plantio das flores... 

Minha enxada ainda ganha velocidade para carpir no eito junto com você, viu!
Feliz aniversário!

Beijos de sua mulher
Genaura Tormin

12.9.2014


LEVE, LIVRE & SOLTA!


Sejam bem vindos!
Vocês alegram a minh'alma e meu coração.

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Era uma luz no fim do túnel e eu não podia perder.
Era a oportunidade que me batia à porta.
Seria uma Delegada de Polícia, mesmo paraplégica!
Registrei a idéia e parti para o confronto.
Talvez o mais ousado de toda a minha vida.
Era tudo ou NADA!
(Genaura Tormin)



"Sou como a Rocha nua e crua, onde o navio bate e recua na amplidão do espaço a ermo.
Posso cair. Caio!
Mas caio de pé por cima dos meus escombros".
Embora não haja a força motora para manter-me fisicamente ereta, alicerço-me nas asas da CORAGEM, do OTIMISMO e da FÉ.

(Genaura Tormin)