PLANTIO

PLANTIO
PLANTIO
(Genaura Tormin)

Deus,
Senhor dos mares e montes,
Das flores e fontes.
Senhor da vida!
Senhor dos meus versos,
Do meu canto.

A Ti agradeço
A força para a jornada,
A emoção da semeadura,
A alegria da colheita.

Ao celeiro,
Recolho os frutos.
Renovo a fé no trabalho justo,
Na divisão do pão,
. E do amor fraterno.

domingo, 6 de março de 2016

FELIZ ANIVERSÁRIO, ISABELLA


FELIZ ANIVERSÁRIO, Isabella Tormin!
(Genaura Tormin)

Isabella!
Bela!

Belinha!

Isa bela!
Bela Isa!

Minha neta querida,
Flor das nossas vidas!
Presente do Criador,
Filha da minha filha,
Fruto do meu amor!

Hoje é o teu aniversário!
Dez anos já se passaram!
És um anjo que encanta,
Um amor, uma princesa!
És puro afeto e gentileza,
Minha querida Isabella!

Tens o sorriso mais lindo,
Numa ternura sem par,
De uma gentinha amada,
Que em tudo quer ajudar.

Como te amo Belinha!
E a Deus agradeço muito,
Por nos ter dado este bebê,
Que agora virou mocinha,
E só nos tem dado prazer!

Que Deus te abençoe sempre,
Iluminando-te os dias,
Florindo o teu caminho,
De sorrisos, alegria,
E muito carinho.

Vovó te ama demais
Minha querida menina!
Muitos beijos, muitas flores,
Muita paz, muita alegria, muita luz,
Nestes teus 10 anos de vida!

Parabéns!
Feliz Aniversário, querida!

Beijos da vovó e do vovô
Gyn 04 de março de 2016

domingo, 21 de fevereiro de 2016

A ÚLTIMA HORA



A ÚLTIMA HORA
(Genaura Tormin)

Chega o momento! 
Fico calada. 

Some-me a voz, 
O coração dispara. 
É a despedida!

Fico sozinha 
Com as migalhas 
Desse sentimento, 
Que me toma a alma. 

Emendo retalhos, 
Faço atalhos, 
E mais uma vez, 
Busco um pouco 
Do amor,
Que um dia se fez...


terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

NÃO SOU MAIS SUA COSTUREIRA


NÃO SOU MAIS SUA COSTUREIRA 
(Genaura Tormin)

Nossa! 
Ainda organizando fotos!
Que servicinho bom e gostoso. 
Por vezes fico em estado de graça!
Agradeço, choro e sinto saudades.
Aqui é a Lara Tormin, a primogênita, em sua primeira comunhão!
Ao lado, a sua melhor amiga (que já se encontra na outra dimensão da vida). 
Que saudade!
Depois, chorei, chorei ao ver o último vestido que costurei para a mocinha, que à época tinha 10 anos.
Nele, botei tanto amor, e inconscientemente preparava-me nos veios da paciência para viajar, seguir por caminhos íngremes que nunca havia imaginado para mim. 
Meus sonhos estavam dependurados nas estrelas.
Eu havia terminado um curso superior e preparava-me para concursos.
Desci!
Meus projetos boiaram no oceano de tantas lágrimas.
Juntei-os e construí o meu mar, revolto e ouriçado, para que eu pudesse velejar.
Tive que rastejar e enfrentar tantas lutas, entrincheirar-me por tantas batalhas, filha!
Não pude mais costurar. 
Hoje, com os revezes, eu aprendi a remendar! 
Costuro feridas abertas, 
cirzo cicatrizes, enxugo lágrimas e vou seguindo. 
Lembre-se sempre, filha, 
Mamãe ama muito!
Perdoa-me por não ter sido a mãe maravilhosa que vc merecia.
Na hora aprazada, a vida torceu-me as rédeas e me derrubou do cavalo, viu! 
Vocês todos, filhos do meu amor, crias da minha carne,  foram e são os samaritanos da estrada!
O mérito pelo meu crescimento não me pertence!
Ele é de vocês, reais motivos para que eu não me deixasse ficar.
Ainda sigo a velejar dificuldades e versos para os encantar.
Beijos da mamãe

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

MENSAGEM A FLÁVIA E ANDRÉ PELO CASAMENTO





FLÁVIA E ANDRÉ,
(Genaura Tormin)

Dois pássaros enamorados num mesmo galho! 
Duas crianças, dois adolescentes que um dia se encontraram. 

E o tempo passara. 
As contingências da vida os separara, levando a mocinha para além-mar, em terras estrangeiras.

Alguns anos depois o destino, que é sábio e bom, os trouxera de volta ao mesmo galho. 

A virtualidade os aproximara, aplacando tão grande saudade! 
Uma surpresa, um reencontro, em que reascendera a chama daquele romance engasgado no vagar do tempo.


E o que é registrado no coração, a alma confirma, Deus abençoa e a vida eterniza! 


É o poder do amor! 


Esse tão lindo amor que dá sentido à vida! 

Qual garça branca, a mocinha, hoje uma linda mulher, delimita o seu espaço, alça voo ao sonho, deixado no beiral de uma janela num dia frio, num adeus dolorido ao príncipe encantado, que ficara no caís, em terras brasilianas. 

A história hoje se repete.

E esse tão grande amor é procura do eterno. 
É a forma mais linda que Deus encontrou para que o homem fosse criatura e criador: propagasse a espécie. 

Neste momento, diante dos homens e sob as bênçãos de Deus, vocês disseram SIM: à vida, à felicidade, unindo duas almas a um só destino, num só caminho, rumo a construção de um lar que, certamente, florescerá com mais rebentos que escreverão versos na história de vocês. 

Deus, em seus desígnios, antecipadamente os agracia com dois filhos, o Vitor e o Diovanni, que também esperam muito de vocês. 

São eles os primeiros presentes, as primeiras responsabilidades. 
Sei que o casal os amará muito, conduzindo-os na senda do bem, da senda do amor.

Vocês se precisam, mutuamente, Flávia e André!

Caminharão de mãos dadas, lado a lado, feito as asas de um pássaro, que não se subjugam, mas se equilibram para a plenitude do voo.

Assim, as dificuldades transformar-se-ão para alcançar paraísos, pois amar é dividir todos o momentos.

É aceitar, perdoar, tolerar, relevar e lutar sempre.

O sonho precisa continuar aceso, e ambos namorados, amigos, companheiros, e, acima de tudo, apaixonados.

Para concluir, ouso dizer: Amar é oferecer ao outro o chão, quando lhe faltar o equilíbrio, ou o sonho quando a dúvida se fizer presente e o desejo tiver dificuldades para voar.

...e agora, Senhor, fazei que eles Vos bendigam para sempre!

Que assim seja!

Parabéns!

Genaura Tormin

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

CRISTAL QUEBRADO



CRISTAL QUEBRADO
(Genaura Tormin)

Náufraga de sonhos,
Tenho saudades de mim mesma.
Guardiã estática
De uma performance em cacos,
Já não sei quem sou.

Quebrou-se o cristal!
Incendeiam-se restos de esperanças,
Multiplicando a inércia dos instantes.
A solidão se faz...
Sonho frustrado.
Permito-me o impossível
Porque as portas me fascinam.

Vivo emoções do tempo que se foi.
Das derrotas,
Guardo o aprendizado.
Não fujo de nada!
Nada em mim petrificado está.
Há muito sentimento
Ainda.

Mergulho nos meus cantos,
Escudo-me na coragem,
Pois inteira sou
Para esta viagem seguir.


quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

A CONCEIÇÃO DE MURILO


      
A CONCEIÇÃO DE MURILO
(Dom Augusto Álvares da Silva)

Já não era uma criança, um maranhal de fios,
Crivava-lhe a fronte cismadora e rude,
Onde uns olhos profundos, tépidos, sombrios
Punham tom de mistérios e índice de virtude.

Desde muito era visto andar pelas esquinas,
A olhar curiosamente a turba circundante
E até fazer parar donzelas e meninas
Para mirar-lhes de perto as linhas do semblante.

Teria enlouquecido? O Rei crente e piedoso
Ordenara-lhe um dia a execução
Do seu desejo ardente: um quadro primoroso,
A cópia fiel da Imaculada Conceição

Por isso é que ele andava inquieto,
Fitando a todo mundo, olhando a toda gente,
Para ver se achava enfim, concretizado ao vivo
O modelo ideal que brincava-lhe na mente.

Esta? Não serve! Aquela? Causa pena vê-la!
Que angústia se encontrava essa alma torturada,
Por não achar nenhum pálido modelo,
Que pudesse traduzir uma alma imaculada.

Junto à prisão do Estado, em pedras úmidas
Das ruas de Madri, o sol já ia posto,
Uma pobre menina, o pranto escondia
Na noite sem véu a aurora do seu rosto.

Murilo aproxima-se delicadamente:
Por que choras assim? Levanta-te! Sê forte!
Ela volveu os olhos e disse simplesmente:
_ Meu pai, senhor, está preso ali... 
Está condenado à morte!

Ao contemplar desnuda, a fronte peregrina,
O artista até estacou e arrebatado vai,
Tomando-lhe pela mão, dizendo-lhe: menina,
Anda, vem comigo e eu libertarei teu pai!

Meu pai, senhor, é mouro, e o Rei nos persegue.
É bárbaro e cruel apesar de cristão.
Dos nossos, nenhum que lhe foi um dia entregue,
Senão para morrer saiu dessa prisão!

Menina, vem comigo! Eu juro! A liberdade
Será dada ao teu pai, herege ou criminoso!
Pois o Rei que dizes mau e afeito à crueldade,
Tem sangue espanhol, ardente e generoso.

Vem!? Vamos, partamos depressa!
Que o teu pai será livre, essa esperança é fato!
Porque o Rei cumprirá fiel a sua palavra
De dar-me o que pedir em troca de um retrato.

Sim, o Rei prometeu, se eu pintasse a gosto
A Conceição sem mancha, espórtula avultada,
E criança, tu tens no rosto,
Os traços mais fieis de uma alma imaculada.

Anda, pois! E ela foi... O artista
Toma diante de si a cabeleira loura, em ondas soltas,
O olhar fitando o céu, e as mãos em cruz no peito,
Quando a murmurar: Então meu pai não volta?!

Quando tudo acabou, nervosamente ufano,
Tomou-a pela mão e alçando a voz lhe disse:
_ Agora vem comigo, ouviste?
O soberano garantiu-me pagar 
O preço que eu pedisse.

Quando chegaram lá, era o Palácio em festa:
Clero, nobreza e povo, a fina flor da Espanha,
Em meio à exposição de um quadro novo,
Emprestam todos, agora ali, solenidade estranha.


Ia-se inaugurar a Virgem de Murilo,
Quando um Oh! de repente, em meio à sala estoura!
Estava junto ao pintor, impávido e tranquilo,
Inquieta e perturbada, a pobrezinha moura!


Nisso, ergue-se a cortina e esplêndido aparece
O retrato fiel da moura ali presente.
O olhar fitando o céu, mimosa boca em prece,
Onde brinca um sorriso ingênuo, inocente!

Nisso, corre a cortina! A sala vibra em palmas.
Olhares vão da menina à tela. E o Rei,
Ao pintor que assim retrata as almas:
_ Pede quanto quiseres! Diz, que te darei!

Senhor, se meu trabalho algum valor alcança,
Se me queres pagar, Murilo principia,
Então, dai liberdade ao pai desta criança
Em nome da beleza e em honra de MARIA!

E as duras férreas portas da prisão,
Abriram-se de par em par,
E das celas sombrias viram sair liberto o condenado
Louvando a Conceição sem mácula de MARIA!


segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

UMA VOLTINHA AO PASSADO




UMA VOLTINHA AO PASSADO
(Genaura Tormin)

Bom dia chuvoso por aqui. 
Traz-me o passado de volta, na fazenda.


Até o cheiro parece chegar-me às narinas. 

Como a gente foi feliz naquele tempo!

A liberdade ao vento sibilante, pelos caminhos e atalhos, saltitava aos nossos olhos brilhantes, que criavam tanto encanto!


As manhãs eram sempre presentes de um Deus bom e acolhedor.

A vida é assim! 

Tem as suas fases, os seus ciclos evolutivos para a confecção da criatura de Deus. 

Hoje, eis-me em plagas tão distantes daquele cantinho, que se perdeu entre a neblina, nas ramagens da existência.


De tudo, restou-me apenas saudades! 

Muitas saudades para relembrar tanta vida entre a natureza florida, grávida de flores e frutos, cor e essência. 

Era a existência que, a cada dia, renascia no salão verde do milharal, com suas bonecas loiras e ruivas. 


Tudo perece para renascer em ninhos na natureza!

No meu coração também renasciam tantos desejos, tantos projetos de futuro!

E é nesse futuro que estou agora, após tantos anos que nem mais sei mensurar.

Ao lado do beiral da janela do meu quarto, posso ver a manhã envolta em densa cerração. 


Volto no tempo e me vejo passeando pelo meu passado tão longínquo.

Quantos anos se passaram! 

Esvaíram-se por entre os meus dedos ávidos.

Eu cresci, principalmente, amparada pelos percalços, pelos tombos, pelos amores e sucessos que fizeram de mim esse gigante que sou hoje.

Era a bigorna forjando a obra, a ferro e fogo.

Por isso sou soldado de minha própria batalha e sigo no front.

Creio que tudo se transforma e passa! Um novo dia chegará radioso, cheio de soluções e encantos.

O que é registrado no coração, a alma confirma, Deus abençoa e a vida eterniza.

Nesse estágio, fui criatura e criadora! Decantei em verso e prosa tudo que vi. Fiz poemas, pintei e bordei o que desbotado encontrei.
Mas a minha melhor e mais bonita obra de arte foram os quatro filhos que pari. Minhas crias!


Significam razão de vida e a perpetuação dessa família que tivemos a honra de construir.


Meus ombros podem carregar o mundo!

De menina franzina, ingênua, à mulher guerreira ante às muitas intempéries, que reputo benfazejas. Amém.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

CASULO VAZIO


CASULO VAZIO
(Genaura Tormin)

Entre os dedos
Tenho um rosário!
Relicário de emoções
Que se debulham em certezas,
Que ainda desconheço.


Em pedaços de passados
De horas findas,
De afeto cálido, 
Que ainda gotejam 
De meu ser apaixonado,
Reclusa estou.
Um coração amordaçado,
Nas fímbrias do destino.


Os desejos arquejam cansados .
A labereda ainda queima
Em orgasmos descontrolados,
Nos compartimentos de mim.



Em soluços escondidos,
Preciso domar
Essa dor de saudade,
Que medra amor e lágrimas,
Nessa eternidade sem fim.


Sou um casulo vazio,
Uma ostra infértil. 
Uma estranha experiência
Ante as fronteiras
Que me cerceiam a liberdade.


Gyn, 11.01.2016

UMA PALAVRA A DR. CÉSAR


UMA PALAVRA A DR. CÉSAR
(Genaura Tormin)

Querido amigo,

 Junto-me a você nesse momento, nessa saudade. 
Empresto-lhe o colo, o ombro e o verbo, embora saiba que nessas horas todas as palavras tornam-se obsoletas...

    A melhor linguagem é mesmo o silêncio.
    Mesmo assim, queria dizer que o “seu” Ermínio não morreu! Apenas partiu primeiro!

    O corpo físico é somente uma vestimenta da alma, um invólucro, um embrulho, enquanto caminheira por este planeta. O que mais nos acalenta agora é a certeza do reencontro.

    Não estamos aqui por acaso! O Senhor sabe o que faz! Não seria justo se fôssemos apenas matéria finalizada numa tumba fria. O espírito eclode faceiro e contente e volta à Casa do Pai de onde partiu um dia, viu!

    Todos nós temos essa volta agendada, não importa a idade nem o motivo! A partida acontece na hora certa, no momento exato. 

Era chegada a hora do embarque do seu pai. 

Ele se foi com a missão cumprida e bem cumprida, cuja prole, tão bem esculpida em valores morais, é a estampa do seu bom trabalho por aqui. 
Ele está muito bem, passeando sem o peso de sua farde de carne. 

Está caminhando por outras paragens, outras maravilhas, ciceroneado pelos entes queridos que lá estão. Disso, tenho certeza, pois somos espíritos em experiências humanas. Um estágio, vamos dizer.

Assim, foram-se todas as dores, os incômodos da UTI... 

    Num corpo etéreo, ele estará entre vocês, velando pela família que aqui construiu e amou. Pense nisso! 

A existência é um aprendizado duro. É uma constante superação de obstáculos. Somente com esse material poderemos construir as asas e alçarmos à outra dimensão da vida quando chegar a hora.

    A cada dificuldade, fico a pensar que um bem maior está a caminho. Como a raposa do Pequeno Príncipe (Saint Exupery), começo a ser feliz por antecipação.
    Isso é uma verdade e eu a comprovo a cada subida, apoiada em tantas muletas que me fazem gemer a dor da escalada.

    A morte também é uma compensação assim e muito, muito melhor. Sei que não morremos, apenas emergimos do casulo para voar, feito borboleta. 

    Mesmo sabendo que essa passagem por aqui é apenas uma viagem, um curso de pós-graduação para que se possa ascender a patamares mais altos, e que há um Deus perfeito e maravilhoso que nos espera para outras jornadas, outros afazeres, outras empreitadas, quedamos-nos abatidos diante da partida.

    Tudo fica revirado. Parece um tornado que nos tenta arremessar ao caos. A gente fica fragilizado, feito fantasmas ambulantes, a perambular sem rumo, a procurar no último leito, a companhia amiga do viandante que se foi.

    Força, amigo! Pegue seu fardo e siga!

    Para a saudade não há remédio nem conserto. Ela terá lugar permanente em nossos corações, pois somos seres gregários, sensíveis e gratos, principalmente a quem nos trouxe à vida, fazendo-nos crescer no caminho do bem e do amor.

    Abraços da Genaura Tormin e família
    Goiânia, janeiro de 2016
   

LEVE, LIVRE & SOLTA!


Sejam bem vindos!
Vocês alegram a minh'alma e meu coração.

Powered By Blogger

Era uma luz no fim do túnel e eu não podia perder.
Era a oportunidade que me batia à porta.
Seria uma Delegada de Polícia, mesmo paraplégica!
Registrei a idéia e parti para o confronto.
Talvez o mais ousado de toda a minha vida.
Era tudo ou NADA!
(Genaura Tormin)



"Sou como a Rocha nua e crua, onde o navio bate e recua na amplidão do espaço a ermo.
Posso cair. Caio!
Mas caio de pé por cima dos meus escombros".
Embora não haja a força motora para manter-me fisicamente ereta, alicerço-me nas asas da CORAGEM, do OTIMISMO e da FÉ.

(Genaura Tormin)