PLANTIO

PLANTIO
PLANTIO
(Genaura Tormin)

Deus,
Senhor dos mares e montes,
Das flores e fontes.
Senhor da vida!
Senhor dos meus versos,
Do meu canto.

A Ti agradeço
A força para a jornada,
A emoção da semeadura,
A alegria da colheita.

Ao celeiro,
Recolho os frutos.
Renovo a fé no trabalho justo,
Na divisão do pão,
. E do amor fraterno.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

ESTEIO

ESTEIO
(Márcia Vilarinho)

Voar pelos ares e além dos ares
Singrar da ousadia os mares
Viver não apenas por viver
Amar, reconhecer, sonhar, realizar
É fazer da meta um esteio
E desse esteio a meta por inteiro.

Resumo poético, como homenagem que faço ao livro "Pássaro sem asas", escrito por Genaura Tormin, com base em sua plena capacidade criativa de voar (vide in http://genaura.blogspot.com/)

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Márcia querida,

Eis-me encantada e agradecida.
É como se fosse sempre a primeira vez,
A primeira emoção.

Satisfaz-me saber que o Pássaro sem Asas
Encontrou ninho em teu coração,
Sob o ESTEIO de um desejo irmão.

E esse parecer poetado,
Com a maestria dos teus versos,
Faz-me feliz e contente,
Deixa-me o coração extasiado.

Estou contigo nesses laços,
Que recolheram os nossos passos
Para transformá-los em versos.

A ti o meu carinho.
Beijo da
Genaura Tormin

Um comentário:

  1. Mais do que uma homenagem, é um preito sincero e amigo, de uma amiga que conhece sua vida heroica e desprendida de qualquer coisa que não seja os valores
    da alma. Esta, a alma, desconhece impedimentos e dores físicas, pois coloca-se além de nosso mundo tão material e desumano.
    Parabéns, querida amiga. Você merece todas as homenagens do mundo. Fico muito feliz por você.
    Um grande e carinhoso beijo em seu coração.
    Maria Paraguassu.

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LEVE, LIVRE & SOLTA!


Sejam bem vindos!
Vocês alegram a minh'alma e meu coração.

Era uma luz no fim do túnel e eu não podia perder.
Era a oportunidade que me batia à porta.
Seria uma Delegada de Polícia, mesmo paraplégica!
Registrei a idéia e parti para o confronto.
Talvez o mais ousado de toda a minha vida.
Era tudo ou NADA!
(Genaura Tormin)


"Sou como a Rocha nua e crua, onde o navio bate e recua na amplidão do espaço a ermo.
Posso cair. Caio!
Mas caio de pé por cima dos meus escombros".
Embora não haja a força motora para manter-me fisicamente ereta, alicerço-me nas asas da CORAGEM, do OTIMISMO e da FÉ.

(Genaura Tormin)