PLANTIO

PLANTIO
PLANTIO
(Genaura Tormin)

Deus,
Senhor dos mares e montes,
Das flores e fontes.
Senhor da vida!
Senhor dos meus versos,
Do meu canto.

A Ti agradeço
A força para a jornada,
A emoção da semeadura,
A alegria da colheita.

Ao celeiro,
Recolho os frutos.
Renovo a fé no trabalho justo,
Na divisão do pão,
. E do amor fraterno.

domingo, 24 de junho de 2012

AGORA EU QUERO UM AMÔ




AGORA EU QUERO UM AMÔ

(Genaura Tormin)

Onde é memo que ocê
Insqueceu aquele nosso amô?
Pruque ele era tão bão!
Será qu'ele ficou laigado
Lá na berada do corgo?

Se ocê preguntá eu,
Num sei contá, não.
É que ocê me insqueceu!
Tudo cabô memo!
Os cafuné, os chamego...

Eu acho que ocê tá de ôio
Na Maricota, do seu Mané?
Mais pode aquerditá,
Que mió do que eu, não é.

E sabe du'a coisa,
Vamo pará cum essa prosa!
Ocê tá memo é pu lado de
Cabra safado,
Desavegonhado.

Mais eu num tô nem aí, não!
Eu vô é pulá foguêra,
Tumá quentão,
Dançá a noite intêra!

Fazê promessa pro São Juão,
Promodi ele arranjá pra eu
Um home bão.
Num é quinem ocê NÃO!

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Sejam bem vindos!
Vocês alegram a minh'alma e meu coração.

Era uma luz no fim do túnel e eu não podia perder.
Era a oportunidade que me batia à porta.
Seria uma Delegada de Polícia, mesmo paraplégica!
Registrei a idéia e parti para o confronto.
Talvez o mais ousado de toda a minha vida.
Era tudo ou NADA!
(Genaura Tormin)


"Sou como a Rocha nua e crua, onde o navio bate e recua na amplidão do espaço a ermo.
Posso cair. Caio!
Mas caio de pé por cima dos meus escombros".
Embora não haja a força motora para manter-me fisicamente ereta, alicerço-me nas asas da CORAGEM, do OTIMISMO e da FÉ.

(Genaura Tormin)