PLANTIO

PLANTIO
PLANTIO
(Genaura Tormin)

Deus,
Senhor dos mares e montes,
Das flores e fontes.
Senhor da vida!
Senhor dos meus versos,
Do meu canto.

A Ti agradeço
A força para a jornada,
A emoção da semeadura,
A alegria da colheita.

Ao celeiro,
Recolho os frutos.
Renovo a fé no trabalho justo,
Na divisão do pão,
. E do amor fraterno.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

A DOR É O BURIL


A DOR É O BURIL
(Genaura Tormin)


A dor é o buril,
Que lapida a alma,
Expurga as mazelas,
Enrijece a couraça
Ante tormentas e procelas.

A aflição amadurece,
Leva ao desafio,
Vira prece e enobrece.
Conduz ao Perdão,
À energia curadora,
Que ensinou JESUS.

Feito uma espiral,
A dor também ensina,
Salva, liberta...
Chega aos píncaros
Do amor que consola,
Da alegria que cura...

Quantos poemas brotam
De um coração machucado,
Abandonado na dor,
De um sofrer exacerbado!

E assim,
Mesmo não sendo remédio,
O poeta medica e é medicado!

Gyn, 07.02.2012

2 comentários:

  1. Linda poesia, Genaura! É verdade, ninguém quer sofrer, mas, de fato, a dor ensina, a dor liberta também. Como já escreveu o talentoso Rubem Alves: "Ostra feliz não faz pérolas". É para refletir mesmo. Um lindo dia prá ti, beijos no coração :)

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  2. Bela e profícua de ensinamentos esta poesia, Genaura.
    A dor nos fortalece a fé e a esperança. Somos partícipes de um mundo extremamente doloroso. Porém,
    também somos aqueles que mantém aquecido o coração pelo amor a Deus e por tudo o que o Pai nos ensina.
    Sofrer uma dor, seja de que origem for, é digna dos fortes de espírito, seres imortais e conscientes disso. É o que somos.
    Deixo um afetuoso e grande beijo em teu coração, querida amiga.
    Maria Paraguassu.

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LEVE, LIVRE & SOLTA!


Sejam bem vindos!
Vocês alegram a minh'alma e meu coração.

Era uma luz no fim do túnel e eu não podia perder.
Era a oportunidade que me batia à porta.
Seria uma Delegada de Polícia, mesmo paraplégica!
Registrei a idéia e parti para o confronto.
Talvez o mais ousado de toda a minha vida.
Era tudo ou NADA!
(Genaura Tormin)


"Sou como a Rocha nua e crua, onde o navio bate e recua na amplidão do espaço a ermo.
Posso cair. Caio!
Mas caio de pé por cima dos meus escombros".
Embora não haja a força motora para manter-me fisicamente ereta, alicerço-me nas asas da CORAGEM, do OTIMISMO e da FÉ.

(Genaura Tormin)