PLANTIO

PLANTIO
PLANTIO
(Genaura Tormin)

Deus,
Senhor dos mares e montes,
Das flores e fontes.
Senhor da vida!
Senhor dos meus versos,
Do meu canto.

A Ti agradeço
A força para a jornada,
A emoção da semeadura,
A alegria da colheita.

Ao celeiro,
Recolho os frutos.
Renovo a fé no trabalho justo,
Na divisão do pão,
. E do amor fraterno.

domingo, 25 de março de 2012

MÃE


MÃE
(Genaura Tormin)


Palavra querida, grafada na palma da mão,
A quem Deus confiou a maternidade,
Por ser símbolo da bondade,
Do desvelo, da ternura e da compaixão.

Mãe, Um dia partiste para não mais voltar!
Eu fiquei só, sem acalanto, sem amor...
Muitas vezes, chorei a minha dor,
Relembrando a tua cantiga de ninar.

Mesmo assim, estás a me  guiar.
Na minha saudade, és a alegria,
A prece que me faz continuar.

Fiquei contando luas para te encontrar.
E na minha fantasia,
Vivo sempre contigo a sonhar.

Um comentário:

  1. Querida amiga,
    Chegará o dia em que não haverá mais sonhos e, sim, a doce realidade do reencontro. Matarás a saudade da cantiga de ninar e adormecerás novamente nos braços daquela a quem Deus presenteou com uma linda bebê chamada Genaura.
    Nada mais será fantasia. Verás o quanto Deus é bondoso e fiel para conosco. Estaremos juntos novamente, com nossos amores de outrora.
    Linda poesia! Tocou-me muito!
    Amiga, apareça lá no blog, pois gostarás da postagem que lá publiquei.
    Um imenso e afetuoso beijo em seu coração.
    Maria Paraguassu.

    ResponderExcluir

O seu comentário significa carinho e aprovação. Fico cativada e agradeço. Volte sempre! Genaura Tormin

LEVE, LIVRE & SOLTA!


Sejam bem vindos!
Vocês alegram a minh'alma e meu coração.

Era uma luz no fim do túnel e eu não podia perder.
Era a oportunidade que me batia à porta.
Seria uma Delegada de Polícia, mesmo paraplégica!
Registrei a idéia e parti para o confronto.
Talvez o mais ousado de toda a minha vida.
Era tudo ou NADA!
(Genaura Tormin)


"Sou como a Rocha nua e crua, onde o navio bate e recua na amplidão do espaço a ermo.
Posso cair. Caio!
Mas caio de pé por cima dos meus escombros".
Embora não haja a força motora para manter-me fisicamente ereta, alicerço-me nas asas da CORAGEM, do OTIMISMO e da FÉ.

(Genaura Tormin)