PLANTIO

PLANTIO
PLANTIO
(Genaura Tormin)

Deus,
Senhor dos mares e montes,
Das flores e fontes.
Senhor da vida!
Senhor dos meus versos,
Do meu canto.

A Ti agradeço
A força para a jornada,
A emoção da semeadura,
A alegria da colheita.

Ao celeiro,
Recolho os frutos.
Renovo a fé no trabalho justo,
Na divisão do pão,
. E do amor fraterno.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

MEUS NOVELOS


(Para Alfredo, meu marido. Este poema fala da alegria por sua volta ao lar, são e salvo, depois de um CA que o deixou na UTI, quase sem chances. Obrigada, Senhor da Vida!)

MEUS NOVELOS
(Genaura Tormin

Emaranhada
Em meus novelos de sensibilidade,
Tenho lágrimas por escudo.
São elas marcos de alegria, de felicidade.
A voz dos meus sentimentos.
Não posso contê-las.

Deixo-as que me lavem as faces,
Apascentem-me a alma,
Conduzam-me a campos verdejantes,
Com brisa do rosto e terra molhada.

Quedo-me em prece e agradeço.
Não há palavras capazes de traduzir
O contentamento que me invade o peito.
Uma batalha vencida,
Uma graça recebida,
Um presente especial: UMA VIDA!

2 comentários:

  1. Olá minha querida,
    "...Uma batalha vencida, Uma graça recebida, um presente especial:UMA VIDA!"
    Lindo, muito, muito lindo! Uma graça alcançada é
    recebida, pelos merecimentos que haurimos junto a Deus. Congratulamo-nos contigo, amada, pelo que mereceste receber. Que Deus seja louvado!
    Um grande beijo em teu coração.
    Maria Paraguassu e Tasso Peres.

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  2. Olá Genaura

    Seu blog é lindo, com poesias belíssimas.
    Te desejo um ótimo fim de semana

    Obrigada pela visita ao meu blog

    Talita (Pensamentos online)

    ResponderExcluir

O seu comentário significa carinho e aprovação. Fico cativada e agradeço. Volte sempre! Genaura Tormin

LEVE, LIVRE & SOLTA!


Sejam bem vindos!
Vocês alegram a minh'alma e meu coração.

Era uma luz no fim do túnel e eu não podia perder.
Era a oportunidade que me batia à porta.
Seria uma Delegada de Polícia, mesmo paraplégica!
Registrei a idéia e parti para o confronto.
Talvez o mais ousado de toda a minha vida.
Era tudo ou NADA!
(Genaura Tormin)


"Sou como a Rocha nua e crua, onde o navio bate e recua na amplidão do espaço a ermo.
Posso cair. Caio!
Mas caio de pé por cima dos meus escombros".
Embora não haja a força motora para manter-me fisicamente ereta, alicerço-me nas asas da CORAGEM, do OTIMISMO e da FÉ.

(Genaura Tormin)