PLANTIO

PLANTIO
PLANTIO
(Genaura Tormin)

Deus,
Senhor dos mares e montes,
Das flores e fontes.
Senhor da vida!
Senhor dos meus versos,
Do meu canto.

A Ti agradeço
A força para a jornada,
A emoção da semeadura,
A alegria da colheita.

Ao celeiro,
Recolho os frutos.
Renovo a fé no trabalho justo,
Na divisão do pão,
. E do amor fraterno.

domingo, 29 de setembro de 2013

SÓ PARA LEMBRAR



SÓ PARA LEMBRAR
(Genaura Tormin)


Hoje é domingo!
Uma manhã linda por aqui!
Céu claro, brisa amena.
Tudo sorri dentro de mim.
O sol dança no lago.
Os cisnes também bailam
No meu coração encantado.
Aqui, estou em festa.


Sinto-me feliz, contente.
A mais feliz das criaturas.
Amo, sirvo e agradeço.
Isso é tudo!



domingo, 22 de setembro de 2013

ORAÇÃO DA SOLIDARIEDADE





ORAÇÃO DA SOLIDARIEDADE
(Espírito Carlos Murion=Médium José Medrado)


Que eu possa a quem está com frio dar o cobertor. 

Mas se o frio for da alma, que eu tenha condições de dar afetivo calor. 
Se alguém chorar, que eu possa suas lágrimas enxugar. 
Mas se eu também estiver em dor, que pelo menos possa companhia fazer. 
Porque é chocante, senhor, chorar sem ter alguém para nos consolar; 
sofrer sem ter com quem dividir; 
precisar desabafar e não ter quem ouvir; 
enfermar sem ter com quem contar. 

Assim, Senhor, e por tudo isso, eu te suplico: 
preciso ao próximo servir, tendo tolerância para com a ignorância; 
o desprendimento frente à pobreza; 
a solicitude moral diante dos reclames das crianças; 
atenção e amparo para com a velhice; 
o perdão sem condição; a brandura na exaltação; 
a verdade sem interesse e o amor sem cobranças. 

Mas, se nada disso eu puder ter ou fazer,

que a vida me torne humilde para reconhecer que preciso espiritualmente crescer.

Assim seja.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

PARABÉNS, LARA!





PARABÉNS, LARA!
(Genaura Tormin)

Hoje é o teu aniversário!
Quantos anos nesse liame de amor,
que nos faz crescer sempre mais.
Caindo, levantando, aprendendo, errando,
vivendo grandes alegrias, vamos, nós duas,
adquirindo experiências,
e escrevendo a nossa história,
nessa tão agradável aventura por aqui.

Foste a primogênita de uma linda história de amor,
que tem vencido as contingências da vida,
as intempéries do tempo.
Foste o elo de ternura que selou as nossas vidas para sempre,
ensinando-nos o fascinante segredo da maternidade.

O teu nome, LARA,
deve-se ao filme “Dr. Jivago”,
cuja trilha sonora leva-me sempre a você.

Faz-me lembrar dos poemas que Jivago escrevia a sua amada,
embora fosse tempo de guerra.
Lembra-me o campo de girassóis,
onde os poemas esgueiravam-se entre as flores,
tocados pelo vento de Varikyno,
aos primeiros albores da aurora,
e ainda sob um céu encapelado pelos rigores do frio.
E viver é mesmo estar sempre em combate!
Enfrentar o frio, os rigores do caminhar...
É carregar as cicatrizes ainda exangues da última batalha.

Hoje, volto ao passado tão distante.
Ao mês das flores em que você que crescia
feliz e contente no meu ventre abaulado.
Quantas trocas nesse tempo!
Até hoje, encanta-me dizer : “QUANDO SETEMBRO VIER”.

E quando ele chegou,
descortinando-se em flores,
você foi o primeiro e mais belo presente do Criador de Vidas!
A mais bela flor, exatamente para mim.
Ainda no berçário, parecia sorrir.
Era o bebê mais lindo daquele dia!
Hoje, uma linda MULHER!

Um POEMA que comecei a escrever naquele dia,
e que o trago tatuado na alma, no coração...
Todos os dias acrescento mais um verso
e apresento-o a Deus para correção.
As mães não sabem escrever, sabia?

Hoje, algumas décadas passadas,
resta-me, de joelhos, agradecer por ser a tua mãe,
o veículo privilegiado que te trouxe ao mundo.

Que em mais este aniversário,
Deus te abençoe e ilumine os teus caminhos!
Que a vida não te faça chorar!
Que as lágrimas nunca sejam de dor,
mas sempre um marco extrapolado da própria felicidade.
___________

Parabéns, filha!
Beijos da mamãe

LEVE, LIVRE & SOLTA!


Sejam bem vindos!
Vocês alegram a minh'alma e meu coração.

Era uma luz no fim do túnel e eu não podia perder.
Era a oportunidade que me batia à porta.
Seria uma Delegada de Polícia, mesmo paraplégica!
Registrei a idéia e parti para o confronto.
Talvez o mais ousado de toda a minha vida.
Era tudo ou NADA!
(Genaura Tormin)


"Sou como a Rocha nua e crua, onde o navio bate e recua na amplidão do espaço a ermo.
Posso cair. Caio!
Mas caio de pé por cima dos meus escombros".
Embora não haja a força motora para manter-me fisicamente ereta, alicerço-me nas asas da CORAGEM, do OTIMISMO e da FÉ.

(Genaura Tormin)